Die In Your Arms - Capítulo 32

(...) - Então, deixa eu desligar porque amanhã tenho que trabalhar bem cedo. Depois a gente se fala.
- Ok, estou esperando a resposta viu? -risos-
- Ta bom.
- Beijos, Boa noite.
- Boa noite.
 Desliguei e fui dormir.
(....)
 Era terça feira, 5:30 da manhã, 5:34 pra ser mais exata. Acordei e Ryan não estava em casa, me preocupei, ele nunca levanta antes de mim. Será que aconteceu alguma coisa? Talvez ele só estivesse no hospital, é. Talvez fosse só isso. Me arrumei e fui trabalhar. Procurei Ryan por todos os lugares, perguntando a todos que o conheciam e aos que não conheciam também. Nem sinal dele. Talvez quisesse tirar um tempo pra descansar, de mim. Ficar longe pra poder pensar, talvez ele estivesse cansado de mim. Afinal, todos se cansam de mim. Trabalhei o dia todo sem saber do Ryan. É, eu estava brava com ele. Porque ele não me disse nada? Enfim, estava pra terminar a minha última cirurgia do dia até receber uma notícia que não era boa, por sinal.  (....)
 - Nicole, o Ryan sofreu um acidente de carro. Ele está em estado grave em um hospital com atendimento avançado. 
 Paralisei. 
- Como assim acidente? Quando?
- Nessa madrugada ele veio aqui e parecia nervoso e eu disse para ele ir dormir um pouco, mas ao invés disso ele pegou o carro e saiu. 
- Só pode estar de brincadeira. - eu estava nervosa e chorando muito. Não sabia o que fazia, se chorava ou se corria e sumia. Só pensei em pegar meu carro e ir correndo pro tal hospital que tinham me falado. 
 E foi o que eu fiz, cheguei lá e logo me disseram qual o quarto que ele estava.  Fui vê-lo e meu coração doeu ao ver ele daquele jeito. Seu rosto estava quase todo deformado, algumas partes não tinham pele e quase se podia ver seus ossos. Meus olhos estava inchados e não conseguiam parar de chorar um minuto sequer. Ryan estava sedado, suas pernas estavam quebradas e sua barriga estava cortada. Deduzi então, que alguns cacos de vidro cortaram sua barriga e ele provavelmente, ralou o rosto no asfalto. Fora os problemas nos órgãos. Ele teve hemorragia em vários locais e seu pulmão ficou danificado por causa dos cortes que haviam nas costas. O carro teve total perda, mas isso não era importante. Meu melhor amigo estava deitado naquela cama de hospital, prestes a morrer. Ah, como eu queria que fosse eu. Queria pegar toda a dor dele e colocá-la em mim só para não vê-lo sofrer. 
 Me deitei na beirada da cama e cochilei um pouco. (...) Sonhei, ou melhor, tive pesadelos. Aquelas imagens do acidente dos meus pais não me saíam da cabeça. Eram horripilantes. Acordei pouco tempo depois e Ryan estava do mesmo jeito, imóvel. Queria poder abraçá-lo, queria que ele me desse um beijo na testa ou que me chamasse de idiota. Queria meu melhor amigo de volta. Chorei mais uma vez.
- Moça, o horário de visitas acabou.
- Mas ele é meu melhor amigo,  não posso ficar aqui?
- Sinto muito. 
 Me levantei.
- Ryan, fica bem logo seu mané. To sentindo sua falta. Quero seus beijos na testa, sua massagem no pé... É um pouco cedo pra sentir saudades, mas já me parecem anos. Você nem deve estar ouvindo, mas e daí né. Você sempre diz que eu sou uma louca que fala sozinha mesmo -ri fraco-. Fica bom logo, por favor. - eu chorava muito enquanto falava. Me 'despedi' e fui embora.
 Cheguei em casa e tomei um banho, a propósito fui pra minha casa mesmo. Não queria ficar no nosso apartamento já que cada coisa lá lembra ele. É, parece que ele já esta nessa situação a meses, mas pra mim parece mesmo. Eu não queria que ele ficasse assim, não queria. Eu preciso dele, preciso muito mesmo. Resolvi ligar pro Justin.
- Alô? 
- Oi Justin sou eu, a Nicole.
- Ah oi Nicole -pausa- Você ta chorando? O que aconteceu?
- O Ryan... -comecei a chorar de novo- Ele sofreu um acidente.
- Ai meu Deus, ele ta bem?
- Não, ele está em estado grave. - eu estava soluçando de tanto chorar-
- Você ta na sua casa?
- Sim.
- To indo aí. 
- Ta bom.
 Desliguei o telefone e chorei, chorei como um bebê. Não demorou muito e Justin chegou. Desci para abrir a porta. 
 Ele me abraçou forte, queria me confortar. 
 O abracei como se fosse o último dia da minha vida. Nossa, como senti falta daquele abraço, daquele perfume. Ainda chorando, tentei explicar o que tinha acontecido.
- Um médico do hospital disse que ele tinha ido trabalhar e parecia nervoso, ai ele disse pro Ryan ir dormir. Mas ele ficou nervoso, pegou o carro e saiu. Daí ele sofreu o acidente.
 Estávamos no meu quarto, sentados na cama e ele ainda me abraçava. Era o melhor abraço do mundo, na verdade estava empatado com o do Ryan. Ah, o Ryan. Tenho que confessar que estava adorando aquele momento com Justin, mas só de pensar que o Ryan estava todo machucado, meu coração de quebrava.
- E você foi no hospital vê-lo? - Justin perguntou.
- Fui.
- E como ele estava.
- Muito machucado. Algumas partes do rosto dele estavam sem pele, tinham cortes na barriga e nas costas e as pernas estavam quebradas. 
- Nossa. Não se preocupa, ele vai ficar bem. - ele me deu um beijo na testa, logo me lembrei do Ryan e comecei a chorar mais ainda. 
(....)
- Se quiser ir embora.... Não quero que se incomode comigo. - eu disse.
- Na verdade, eu queria te perguntar se você se importa que eu durma aqui hoje. Por favor, não diga que não. Você precisa de mim.
- Não, tudo bem. Eu vou ficar bem.
- De qualquer jeito eu vou ficar. Se você quiser eu durmo no chão.
- Não tudo bem, pode ficar. 
 Ficamos em um breve silêncio, apenas nos olhando. Aqueles cabelos loiros, aqueles olhos castanho mel. O olhar dele era, de longe, o mais lindo.  
- Mas então - quebrei o silêncio - quer comer alguma coisa?
- Quero sim.
- O que?
- Suas panquecas.
- Ta bom. 
 Descemos para a cozinha. 
- Tava com saudades das suas panquecas. - ele disse me olhando enquanto estávamos comendo.
- É?
- Aham.
- A Alice não faz panquecas tão boas quanto as minhas?
- Ela mal sabe fritar um ovo.
- Nossa. 
- Mas não vamos falar da Alice.
- Vamos falar de que?
- Hm... Então, ainda toca piano?
- Nossa, tinha até me esquecido desse piano. Não estou tendo tempo nem pra pensar direito.
- Por causa do hospital né?
- É... sinto até um pouco de saudades da minha vida de antigamente. Hoje em dia é tudo tão corrido.
- Imagino.
- Mas eu amo meu trabalho, amo mesmo.
- Hm. - ele me olhava, como se estivesse viajando em mim. E eu fiquei sem graça, claro.
- Então, você ta fazendo o que da vida?
- Trabalhando na empresa do meu pai.
- Pera, você ainda trabalha naquela loja?
- Não, não que isso. Eu trabalho na área dos negócios agora.
- Hm que chique.
- Que nada, da a maior dor de cabeça. Contas pra pagar, muita coisa pra resolver. Preferia ficar só atendendo pessoas do lado da garota que eu mais amo. 
- Hm, legal.
- Ta ficando sem graça, né.
- Aham.
- Já parei.
- Obrigada. - eu disse rindo. 
 Subimos para dormir. Eu chorei um pouco no banho, mas não deixei Justin perceber.  Me deitei na minha cama e Justin ficou sentado na beirada. 
- Deita ai, cara.
- Você não se incomoda?
- Não, se não fosse por você eu estaria chorando como uma doida. Te devo essa -sorri-.
- Obrigado. 
 Ele se deitou, um pouco longe de mim. Mas acabei me aproximando até nossos pés encostarem um no outro. Dormi daquele jeito. (...) Acordei de madrugada e ele estava me abraçando, fingi pra mim mesma não ter percebido e voltei a dormir. 
(....) Continua
Olá gatas do Brasil :)
Então, que tal? huaha
Aqui, eu tenho que avisar vocês que eu não estou mais avisando quando posto um capítulo novo porque isso da muito trabalho e sou preguiçosa ao extremo ://
Então, eu vou avisar só pelo tumblr ok? Quem não tiver tumblr coloca o link do ask nos comentários que eu aviso por lá pode ser?
Então é isso, beijinhos <3

Die In Your Arms - Capítulo 31

- Ah sim [...] Então sobre o que conversaram?
- Sobre a possibilidade de você e Justin voltarem.
- É? E qual é a possibilidade?
- Em porcentagem é 90%
- Porque 90%?
- Porque só pelo jeito que vocês se olham da pra ver que se amam.
- Para de falar bobagem.
- Não to falando bobagem. 
- Ta sim.
- Você voltaria com ele? 
 Fiquei em um breve silêncio.
- E então? - ele me apressou.
- Não sei, Ryan. - olhei para ele. - Sinto muita saudades mesmo, mas ele fez muita sacanagem comigo.
- Você o ama?
- Amo.
- Então porque se limita tanto? 
Silêncio[...]
- Você nem deixa as pessoas se aproximarem de você. - ele continuou.
- É, eu sei.
- Da uma chance pro seu coração.
- Não é tão fácil como parece.
- Se você cair, eu vou estar aqui pra te levantar. - ele disse me olhando.
 Sorri e beijei sua bochecha. [...] Chegamos em casa e tomei banho. Preparei alguma coisa para comermos já que o restaurante foi em vão. Arroz e batata frita, nada melhor!  
- Ryan, vem comer! 
- Já vai. 
 Me sentei no sofá com meu prato e um copo de coca cola. Coloquei em um filme qualquer e logo depois Ryan se sentou do meu lado.
- Qual o nome do filme? - ele perguntou.
- Não lembro, mas é de terror.
- Ver filme de terror enquanto está comendo não é uma boa ideia. - ele disse pegando o controle.
- Gay!
- É nojento!
- Gayzinho!
- Cala essa boca e come. 
- AU AU! - imitei um cachorro.
 Rimos.
- Bobona. 
- Manezão! 
- Cala a boca. 
- Vou mesmo, so porque quero comer.
 Comemos e dormimos.
[...]
 Acordei e me assustei quando vi que já eram quase três da tarde. Mas era domingo então tinha o dia de folga. Me levantei e fui direto pra cozinha.
- Bom dia, Ryan.
- Boa tarde né!
- Ah, tanto faz.
- Porque acordou tao tarde? Fiquei sem almoço.
- Você poderia ter feito, você tem mãos pra isso. - pisquei pra ele.
- Grossa.
- Nem sou.
- Não te comeram direito essa noite né.
- Panaca.
  Rimos.
- E ai, resolveu o negócio lá do Justin? - ele perguntou se sentando na bancada.
- Ainda não.
- Hm. Aqui, tem umas 4 chamadas no seu celular, olha lá.
 Peguei meu celular e tinha mesmo, era um número que eu não conhecia, então resolvi ligar para saber quem era. Chamou, chamou, chamou. Quando ia desligar a pessoa atendeu.
- Alô? - era uma voz grave.
- Eh, é que tem algumas chamadas desse número aqui no meu celular, quem fala?
- Marcelo.
- Eh.... - fiquei sem palavras. - Desculpa, foi engano.
- Não espe... -desliguei-.
 Fiquei assustada e confusa. Como ele tinha conseguido meu número? E porque ele estava me ligando? Voltei pra cozinha tentando disfarçar minha expressão e funcionou.  Ficamos a tarde toda vendo filmes e comendo, como de costume. 
O domingo foi grande e por incrível que pareça, estava ansiosa para voltar ao hospital. 
 Justin On
Fiquei o dia inteiro esperando ela ligar, não tirava o celular de perto e cada minuto o olhava para ver se tinha algo novo. Uma sms, uma chamada perdida, qualquer coisa. Mas pensando bem, é claro que ela não ligaria. Ela me odeia, e esta com toda a razão. Eu também me odiaria se fosse ela. Eu fui um idiota, isso é óbvio, mas me arrependo. Me arrependo muito mesmo. Mas arrependimento não vai trazer ela de volta, infelizmente. O jeito era conquistá-la devagar. E se fosse preciso, faria isso todos os dias (...).
 Justin Off
Era segunda, quatro e meia da manhã. Eu estava dormindo até ouvir um bipe. Era uma emergência no hospital; dois homens e uma mulher haviam sido atacados por um leão. Me levantei e Ryan também, tínhamos sido bipados ao mesmo tempo, como sempre. Nos arrumamos rápido e fomos para o hospital, correndo como loucos. Chegando lá, passaram apenas alguns minutos até a ambulância chegar com uma das vítimas. Um homem, o mais machucado por sinal. Seu braço estava quase totalmente dilacerado. Ryan e mais alguns residentes ficaram com ele. Já eu, fiquei com a mulher. Ela estava com a barriga aberta e haviam alguns órgãos expostos. Levei-a para uma sala para poder examiná-la melhor, com ajuda de alguns residentes e internos.
- O leão fugiu de um zoológico? - perguntei a um interno que estava com o prontuário da paciente.
- Não, o leão era meu. - ela respondeu se dirigindo a mim.
- Ah é? - me assustei.
- É. Aquele idiota do Paul gritou como uma mulherzinha e assustou o Kirby.
- Kirby é o seu leão?
- É, ele é meu melhor amigo faz 15 anos agora eles vão tirá-lo de mim! - ela estava chorando e desesperada.
- Fica calma, nós vamos cuidar de você agora. - eu disse. - Preparem a sala de cirurgia.
 Nove cansativas e exaustivas horas de cirurgia. Não que eu nunca tenha trabalhado mais que isso em uma sala cirúrgica, mas era uma cirurgia simples, coisa não muito empolgante. Tudo havia saído como o planejado. Me encontrei com Ryan na lanchonete algum tempo depois.
- Que sufoco! - ele disse.
- Né, que loucura essa mulher ter um leão de estimação.
- Pensando bem, não é uma loucura.
- É claro que é, porque não seria?
- Pensa comigo; talvez ela estivesse solitária e nenhum homem a quisesse, ela não teve escolhas. - ele disse rindo.
- Pode até ser, mas não tinha como ser um animal mais exótico? Tipo um gorila? -risos-
- Bem pensado.
- Deixa eu ir ver como a dona da confusão está indo. - fui pra sala onde ela estava.
 Ela parecia perfeitamente bem, haviam alguns arranhados em seu rosto, mas nada grave. 
- Então, como se sente? - perguntei.
- Meu melhor amigo vai ser tirado de mim, e você me pergunta se eu estou bem?? - ela gritava.
- Fica calma, você não pode ser mover muito por causa dos pontos.
- QUE SE DANEM OS PONTOS, EU QUERO O KIRBY. - ela começou a gritar mais alto e a se mexer na cama.
 Corri para perto e tentei a segurar enquanto pedia socorro, mas foi em vão. Todos os seus pontos se abriram e fiquei coberta de sangue. 
- EMERGÊNCIA!! - gritei enquanto tentava estabilizá-la novamente.
 Ryan veio correndo até a sala e puxou a maca para levar a sala de emergência. Fui também.
- Nicole, deixa comigo. Vai se trocar.
- Não, esse caso é meu!
- VAI LOGO!
 Fiquei um pouco chateada por ele ter pegado o meu caso, mas fiz o que devia fazer. Me troquei e fui procurar um caso pra mim, já que Ryan tinha roubado o meu. Fui cuidar de um esquizofrênico.
- Bom dia, eu sou a Dra. Hunt e vou cuidar de você hoje.
- Eles querem me pegar! Eles estão vindo me pegar.
- Fica calmo, não tem ninguém vindo te pegar.
- ELES QUEREM ME PEGAR! NÃO DEIXA ELES ME PEGAREM!!
- Senhor, fica calmo. 
 Ele se mexia na cama e colocava as mãos nos ouvidos como se não quisesse ouvir nada. Injetei um tipo de calmante nele e ele pegou no sono.
- Cara, hoje não ta fácil. - disse pra mim mesma. 
 E então o dia passou, mais um dia cansativo e complicado. Ryan ficou no hospital e fui embora. Tomei banho e me arrumei para dormir. Vi um papel na minha escrivaninha, era o número do Justin. Pensei um milhão de vezes se ligaria ou não. Decidi que sim. 
- Alô? - minha voz devia estão tão trêmula que nem sei.
- Olá, com quem falo?
- Nicole Hunt. E eu, com quem falo?
- Justin Bieber. 
- Ah, oi Justin.
- Pensei que não iria ligar.
- Mas liguei -ri-
- É, que milagre -ri- Então, tudo bem?
- Tudo sim e com você?
- Melhor agora....
- Então...
- Então..
- Não tenho o que falar. - eu disse envergonhada. Era como se tivéssemos apenas 13 anos de novo. Tímidos e sem muito o que dizer.
- É, eu sei que ainda é segunda, mas sei lá.... Você não gostaria de sair comigo qualquer dia desses? 
- Mas você ta com a Alice.
- Não, a gente terminou de vez agora. 
- Hm, não sei posso te dar a resposta depois?
- Tudo bem.
- Então, deixa eu desligar porque amanhã tenho que trabalhar bem cedo. Depois a gente se fala.
- Ok, estou esperando a resposta viu? -risos-
- Ta bom.
- Beijos, Boa noite.
- Boa noite.
 Desliguei e fui dormir.
(...) Continua
Então caras, vocês reclamaram que estava com poucos detalhes e pá. Deixa eu explicar pra vocês: coloquei sem detalhes porque este capítulo seria o último e eu ia começar uma nova história. Mas como vocês gostam de detalhes, vou continuar essa história por mais tempo. E outra coisa que eu queria falar é que esse capítulo foi quase que totalmente inspirado em Grey's Anatomy , mais especificamente, na 6ª temporada e na 8ª temporada :)
 Outra coisa: Como algumas sabem, depois que mudei meu user pela primeira vez não parei com nenhum huhaua mas agora parei com um que é @imsexylieber. Então vocês podem mantar mentions me cobrando os capítulos novos e etc por lá, ok? 
Meu ask é esse: ask.fm/wh0sderek
Meu tumblr é o mesmo: sociedadedasbeliebers.tumblr.com
E meu msn é: belieberforevers2@live.com (quase nunca entro, mas ok)
Então é isso, um beijo s2

Die In Your Arms - Capítulo 30

Uma semana se passou, eu e Justin brigamos de novo. O motivo? Descobri que ele tinha ficado com a Alice enquanto estávamos brigados. Ryan estava me ajudando a superar tudo. Ele me fazia rir, me deixava feliz apesar de tudo. Quando eu estava muito mal, ele dormia na minha casa e ficávamos acordados anoite toda rindo e brincando. Ele era, definitivamente, meu melhor amigo. E aqueles beijos que ele me dava na testa, ah esses eram os melhores. Eu sentia falta do Justin, claro, mas depois de tudo o que ele fez não sei se quero voltar a vê-lo de novo [...]
 Um ano se passou.... 
Eu já tinha vinte anos e já era residente no hospital. Cada dia lá era uma lição de vida, aqueles pacientes me mostravam coisas maravilhosas, coisas que minha mãe não pode me ensinar. Eu e Ryan estávamos morando "juntos" já que a maior parte do tempo estávamos no hospital, nos horários livres íamos para o apartamento que estávamos dividindo.
- Vamos? - chamei Ryan.
- Não vou hoje.
- Porque não?
- Vou ficar de plantão.
- Ah, tudo bem então.
- Se cuida. - ele disse e deu o típico beijo na minha testa.
- Você também.
 Fui pra casa. 
 Ryan On
 Fiquei de plantão no hospital. Fiquei um pouco preocupado com a Nicole sozinha em casa, mas precisava daquelas horas extras. Atendi casos horríveis na emergência, mas nada que eu nunca tivesse visto. [..] Nicole chegou logo cedo no hospital com olheiras. 
- Bom dia. - beijei sua testa.
- Bom dia. 
- Passou a noite chorando né? - passei o dedo em suas olheiras.
- Como sabe?
- Suas olheiras...
- Mas passei corretivo nessa porra.
- Não adiantou.
- Ótimo. 
- Então, vamos ao trabalho?
- É pra já!
Ryan Off
 Trabalhamos o dia todo, milhões de casos diferentes e decidimos sair para jantar. Fomos em casa e nos arrumamos.
- E ai, como eu to? - perguntei.
- Horrorosa. - ele disse sério.
- To falando sério.
- Eu também. Tira esse pedaço de pano e veste uma roupa descente. To vendo a tua bunda toda.
- Ta de brincadeira, né Ryan?
- Não! Anda logo.
- Para de drama.
- Então a gente não vai sair.
- Argh, chato. - bati o pé até meu quarto e vesti outro vestido, pouco mais comprido. - Ta bom agora?
- Melhorou. Agora vamos.
- Mané. - bati em sua cabeça. 
 Fomos pra um restaurante bem chique, já que não saíamos muito. Nos sentamos e ficamos conversando sobre assuntos do hospital, como sempre. Me virei para olhar em volta e vi o Justin. Ele estava mais lindo do que nunca, aqueles cabelos loiros num moicano, aqueles olhos castanhos... Senti um frio na barriga, as malditas 'borboletas no estômago' mas fingi não ter o visto. 
 Fiquei conversando com Ryan sem prestar muita atenção, mas quando olhei de novo ele também olhou. Foi como em Crepúsculo quando a Bela olha para o Edward pela primeira vez e eles se apaixonam. Só que era mais forte que isso, desviei o olhar e fiquei um pouco sem graça. Olhei para Ryan e continuamos conversando.
- Ryan, vou no banheiro. 
- Ta bom. 
 Me levantei e fui, me olhei no espelho e depois dei de cara com a Alice.
- Oi Nicole, o que faz aqui?
- Vim jantar com um amigo, e você? 
- Vim jantar com o Justin.
- Ah, que legal. Fiquei sabendo que estão namorando, é verdade?
- Não não. Justin diz que não sirvo para namorar. - ela disse meio triste. Pela primeira vez na vida senti pena dela.
- Ah cara, parte pra outra então.
- Não mesmo.
- E porque não? - perguntei.
- Eu o amo, demorei muito tempo pra conseguir ele de volta.
- Mas ele nao a ama.
- Com sabe? Ele te disse?
- Não, a gente não se fala faz mais de um ano.
- Nossa, me esqueci que estou falando com a ex namorada dele. Me desculpa.
- Desde quando começou a gostar de mim/
- Depois que comecei a me espelhar em você pra conquistar o Justin.
- É mesmo?
- É, e cara é muito difícil ser metade do que você foi pra ele.
- Não é bem assim. 
- É sim Nicole, você foi a namorada perfeita pra ele. [..] Acredita que as vezes, no sexo, ele grita seu nome?
- O que...
- Eu não o culpo por isso, você foi uma pessoa maravilhosa pra ele. Ele ainda te ama e não te esqueceu, queria muito ser como você.
- Que isso Alice. -envergonhada- Não sou lá essas coisas. Não faça como eu, não deixe ele escapar. 
- Queria conseguir.
- Você consegue. Tenho que ir. - aquele maldito nó na garganta apertou, meu coração estava acelerado. 
 Cheguei na mesa meio trêmula e Ryan estava um pouco confuso.
- Ryan, vamos embora?
- Mas a comida acabou de chegar.
- Pede pra embrulharem sei lá. 
- Ta bom, só deixa eu ir no banheiro.
- Ta. 
 Escorei a minha cabeça nas mãos enquanto esperava Ryan. De repente alguém se sentou na minha frente, devia ser Ryan.
- Vamos? -paralisa- 
- Olá. - aquela voz grossa me fez estremecer e ficar sem palavras. - Quanto tempo.
- O que ta fazendo aqui?
- Não finja que não me viu. 
- Porque ta aqui?
- Também senti sua falta. 
 Fiquei em silêncio.
- Você está linda. - Queria poder dizer "Você também está Justin" mas não podia me render de novo. 
- Obrigada. 
- Ta namorando o Ryan?
- Não, somos melhores amigos. 
- Hm, legal. 
- E você, ta namorando a Alice?
- Não, eu sei que ela me ama e etc mas ela não é meu tipo.
- Qual é seu tipo?
- O seu. 
- Para.
- Desculpa.
 Silêncio de novo. 
- Então, o que fez nesse tempo? - ele tentava puxar assunto de qualquer jeito.
- Ah, virei residente naquele hospital perto da minha casa.
- Ainda mora lá?
- Mais ou menos. Eu e Ryan compramos um apartamento mais perto pra ficar mais fácil, mas vou lá quanto tenho tempo.
- Hm legal. 
- É, tenho que ir.
- Ah, tudo bem. Aqui meu número se quiser me ligar. - ele me entregou um papel cheio de números e seu nome.
- Ta bom, obrigada.
- Foi bom te rever. 
 Apenas sorri e me levantei. Eu e Ryan fomos embora e eu estava em choque. 
- Nicole! Ta tudo bem?
- Ta sim.
- O que você conversou com o Justin?
- Ah, coisas bobas...Pera ai, você viu ele lá?
- Claro, vocês demoraram bastante. Me sentei na mesa dele com aquela loira lá e a gente trocou umas idéias.
- Ah sim [...] Então sobre o que conversaram?
- Sobre a possibilidade de você e Justin voltarem.
- É? E qual é a possibilidade?
- Em porcentagem é 90%
- Porque 90%?
- Porque só pelo jeito que vocês se olham da pra ver que se amam.
- Para de falar bobagem.
- Não to falando bobagem. 
- Ta sim.
- Você voltaria com ele? 
 Fiquei em um breve silêncio.
[...] Continua
Ta ai amores, me perdoem pela demora (já expliquei no último post). Comentem e espalhem a fanfic, ok? 
Um beijo s2

Me desculpem

Nossa, to até com medo huahauha 
 Desculpem mesmo por ter ficado taaaaaanto tempo sem postar. É que me deu uma preguiça tão grande que pensei até em excluir o blog (não me matem), sérião.
 Mas eu voltei e já vou postar o próximo capítulo.
 A essa altura eu já devo ter perdido várias leitoras e não as culpo porque é muito ruim ficar esperando tanto tempo..
 Espero, de coração, que vocês não me odeiem e continuem lendo a história.
 Um beijo ♥

Die In Your Arms - Capítulo 29

 E lá estava eu, soltei de novo aquela armadura de badboy e corri pros braços da minha princesa. Me sentia mal por ter transado com a Alice quando ficamos separados, mas tentava me convencer de que não havia nada de errado nisso. Me senti bem em estar perto dela de novo, em sentir o cheiro dela, em poder beijá-la. 
Justin Off
 É, eu sei que foi uma burrice perdoar o Justin tão fácil daquele jeito. Mas sei lá, não resisti. Mas isso não importava mais. [...] Eram três da tarde quando Justin e eu decidimos ir nadar na casa da mãe dele. Chegamos lá e Jazzy e o Jaxon pularam em meu colo, estava com saudades daqueles sapecas.
- Oi Nicole, tava com saudades. - Jazzy disse me abraçando.
- Também senti a falta dos dois.
- Vamos nadar? - Justin disse entusiasmado.
- Vamos! - Jaxo e Jazzy responderam.
 Pulamos na piscina e ficamos lá até anoitecer. [...]
- Justin, vamos?
- Vamos. - juntamos nossas coisas e fomos embora. Cheguei em casa e vi Ryan todo arrumado parado na porta, tinha me esquecido que a gente ia sair. 
- Quem é aquele cara ali? - Justin perguntou desconfiado.
- É um amigo da faculdade.
- Ah é?
- Ah qual é, ta com ciúmes é? -tom desafiador-
- Claro que não!
- Tudo bem então. -sorriso de canto-
 Descemos do carro e fui conversar com Ryan.
- Oi Ryan.
- Oi, eh vamos?
- Sabe o que é....
- Não quer ir mais?
- Meu namorado.... - eu disse olhando para trás. Justin vinha andando e olhando para nós. Percebi Ryan ficar sem graça.
- Não, tudo bem.. A gente se vê segunda então.
- Tudo bem, me desculpe...- Justin passou o braço em minha cintura enquanto Ryan descia as escadas da mini varanda que tinha na porta da casa. 
- Não se preocupa, tchau. - ele disse indo em direção ao carro
- Falou ai mano. - Justin disse, tentando ser amigável.
- Falou. - Ryan disse e entrou no carro. 
 Entramos em casa e fui direto pro banheiro e tomei um longo banho. Vesti meu pijamas e calcei uma pantufa e desci para preparar alguma coisa pra gente comer.
- Ryan, né?
- O que tem ele?
- Eu tenho um amigo que se chama Ryan, mas faz anos que não o vejo.
- Já pensou que pode ser ele?
- Não é. O Ryan que eu conheço não queria ser médico, queria ser jogador de futebol.
- As coisas mudam. - eu estava fritando um ovo para comer com pão enquanto conversávamos.
- Não acho que seja ele, espero que não.
- Porque não?
- Porque eu não iria gostar de saber que um antigo amigo está tentando roubar minha namorada.
- Somos apenas amigos.
- Finjo que acredito que ele não quer nada com você além disso. -irônico-
- Olha o ciúmes.....
- Fica quieta e faz minha comida. - ele disse rindo.
- Olha que eu não faço e você vai ter que comer da sua comida horrível.-tom de ameaça-
- Ui, desculpa. - ele me abraçou e apoiou seu queixo em meu ombro. - Senti falta de você, pequena.
- De mim ou da minha comida?
- Dos dois hahah.
- Sei!
 [...] Continua
E ai glr, gostaram? (n) Então, é só eu ameaçar parar de postar e vcs comentam né kakakakakak bom saber rrsrs
E ae, gostaram da nova aparência? Eu curti kakaka
Vcs são confusas, eu deixo os dois brigados vcs reclamam. Eu junto os dois, vcs acham que ela perdoou ele mt rápido. se decidam porfa adkljughh
Mas enfim, continuem comentando ok? 
Então ta, flw vcs

Die In Your Arms - Capítulo 28

Ela foi embora e eu estava suado, primeira vez em toda a minha vida que uma transa com três orgasmos acontece. Eu estava suado, tomei um banho e dormi.
Justin Off
Dois meses se passaram. [...] Sexta feira, acordei naquela mesma rotina: banho, café da manhã e facul. Hoje a sala estava bem vazia, muito gente tinha faltado.
- Ei, Ryan. O que aconteceu?
- Não sei, estranho tanta gente faltar assim.
- É...
- E ai, quer ver um filme hoje depois da aula? - não pude deixar de perceber o brilho em seus olhos. Ele era lindo, tão lindo que até doía.
- Pode ser.
- Tá bom, lá em casa tudo bem?
- Tudo.
 [..]
A aula nunca tinha passado tão devagar. Talvez porque eu estava ansiosa para ir na casa dele ver o tal do filme....
 Entrei no meu carro e o segui até sua casa. Era enorme, parecia uma mansão, tipo a do Justin o que não vem ao caso. Entramos e ele arrumou a sala para ficar bem escuro, igual ao cinema. Fizemos pipoca e pegamos refrigerantes. Era  um filme de comédia. 
Ryan On
 Levei a Nicole na minha casa pra gente ver um filme de comédia, as gargalhadas que ela dava eram lindas. Tenho vontade de matar o idiota que a abandonou. Desde que começamos a conversar sinto que tenho que protegê-la, por mais gay que isso pareça. 
- Ou, quer sorvete? - perguntei a olhando enquanto ela olhava fixamente para a tv e ria. 
- Quero. 
 Me levantei e fui pegar. 
- Valeu. -ela disse.
- Nada.
 Comemos todo o sorvete [..]
 Acabou o filme e ela foi dirigindo para casa. Tomei um anho, me deitei e fiquei pensando naquelas risadas que ela dava. Era bom vê-la feliz.
Ryan Off
 Cheguei em casa com dor de barriga, de tanto rir. Sou boba mesmo, dou risada de tudo. Tomei um banho e me deitei. Era sexta, então teria o sábado livre pra ficar em casa e aproveitar pra dar uma faxina. [...] No dia seguinte acordei cedo e comecei a arrumar a casa.
 Ouvi alguém bater na porta e fui atender.
- Oi. - abri a porta.
- Eh, oi.
- Ta fazendo o que aqui?
- A gente pode conversar?
- Não temos nada pra conversar. Tchau. -fechando a porta.-
- Espera..-segurando a porta-
- Que que é?
- Por favor, Nicole.
 Demorou.. mas o Justin enfim veio me pedir desculpas. Era um pouco tarde sim, mas do que importa?
- Me perdoa.
- Te perdoar porque? Por você ter parado de pagar minha matrícula da faculdade? Ou por ter me abandonado?
- Pelos dois, me desculpa. Estava de cabeça quente. 
 Fiquei em silêncio.  Ele se aproximou tentando me beijar, mas não cedi e virei o rosto. Então ele depositou seu beijo em minha bochecha. 
- Por favor. - ele sussurrou com os lábios ainda perto do meu rosto. 
 Beijei-o calmamente e sorri entre o beijo.
- Eu te perdoo.
- Eu te amo.
- Eu te amo mais, meu príncipe.
 Sorrimos e ele me abraçou forte.
- Agora deixa eu terminar de arrumar essa casa. 
- Ta bom. 
 Ele saiu no carro e algum tempo depois voltou com suas coisas, ele ia voltar a morar comigo. De tarde, me joguei no sofá, mais precisamente, no colo de Justin.
- Amor, vai querer sair hoje? - ele perguntou
- Depende, onde vamos?
- Onde você quiser.
- Ta bom..
 Justin On
 E lá estava eu, soltei de novo aquela armadura de badboy e corri pros braços da minha princesa. Me sentia mal por ter transado com a Alice quando ficamos separados, mas tentava me convencer de que não havia nada de errado nisso. Me senti bem em estar perto dela de novo, em sentir o cheiro dela, em poder beijá-la. 
 [...] Continua
Ficou pequeno: sim, ficou ruim: sim, vocês estão comentando: não. 
Se continuar assim vou desistir, de verdade. Dá uma puta preguiça quando vcs n comentam, serio mesmo. Ta difícil digitar porque coloquei unha de gel e ainda não acostumei e pá. To de mal humor e etc, ninguém perguntou foda-se. Leiam, comentem e etc. Beijos

Die In Your Arms - Capítulo 27


- Vai ficar tudo bem, ta? - ele me abraçou.
- Obrigada de novo. - ficamos ali até o professor entrar na sala. 
[...] 
 Foi um dia longo. Cheguei em casa e só pensava em comer, como sempre. E foi o que eu fiz.  Preparei um misto quente e me sentei na sala com um copo bem grande de refrigerante. Sabia que depois iria ter que perder todas as calorias que estava ingerindo. Mas não me preocupei muito. Assisti as minhas séries favoritas e estudei um pouco. Tomei um banho e me deitei. Nossa como era bom estar na minha cama, o dia tinha sido cansativo demais. Dormi rápido.
 [...]
Justin On
 Eu estava em casa, sem nada para fazer e ninguém para conversar. Preso dentro do quarto ouvindo músicas ou mexendo no computador durante doze horas. É, talvez minha vida não seja tão legal assim sem a Nicole. Ela não acredita que a Alice me agarrou, mas não vou insistir porque eu correspondi ao beijo, e na boa, queria muito era levar aquela gostosa pra cama. Cara, eu sou um homem, e já faz uns oito meses que eu não transo com outra pessoa que não fosse a Nicole. Isso é uma tortura. Mas enfim, não vou correr atrás dela por enquanto, pelo menos não enquanto eu ainda não tiver comido a Alice. Depois eu até volto com ela....
- Alô?
- Justin?
- Isso mesmo. 
- Uau, o que te fez me ligar as 22:30?
- É eu queria que você viesse pra cá. -voz sensual-
- É? Pra que?
- Você sabe....
- To indo. 
Desliguei o celular e me preparei físico e psicologicamente para a chegada daquela gostosa. Não acredito que mesmo depois de tudo o que eu disse pra ela perto da Nicole, ela ainda continua querendo transar comigo. É muito burra mesmo. Mas foda-se, é gostosa então ta ótimo.  [...] 
 Algum tempo depois ela chegou, e como todos já estavam dormindo, abri a porta para ele entrar. Ela usava uma calça jeans e uma blusa larga. Aquilo me fez broxar, mas não dei muita bola. Subimos e quando ela tirou a roupa entendi o porque da calça e da blusa estranha, ela usava uma lingerie muito sexy que me fez reanimar totalmente. Joguei ela na cama e comecei a beijá-la loucamente enquanto tirava minha roupa. Senti aquele volume em minha cueca e coloquei sua mão e ela fez o resto. Me abaixei até que minha boca alcançasse sua vagina e comecei a fazer movimentos suaves com minha língua enquanto ela gemia e se contorcia na cama. Ela puxava o lençol e eu segurava suas pernas para que minha língua continuasse fixa em sua vagina. Fui, então, beijando seu corpo até chegar em sua boca e comecei a penetrar nela. Tinha me esquecido do quanto era bom transar com a Alice. Me deitei na cama e ela começou a chupar meu pênis, ela lambia a cabecinha e eu ficava louco. Gozei em sua boca e ela engolia tudo. 
- Vai gostosa.... não para... - eu disse com a voz falha.
 Ela continuou chupando e dava leves pausas que me deixavam louco. Ela lambia a cabecinha do meu pênis lambendo o gozo que ficava acumulado ali. Empurrei sua cabeça para que ela fosse mais rápido. Puxei a para cima e comecei a penetrar de novo, de vagar e depois fui aumentando a velocidade. Eu lambia seus seios e enquanto tapava sua boca para que ela não gemesse muito alto. Chegamos ao orgasmo e ela continuou em cima de mim, estávamos ofegantes.
- Nossa, senti falta disso Bieber. - ela disse tentando recuperar o fôlego.
- É?
- Aham.
- É, eu sei, todas sentem. -sorri-
 Ainda insatisfeito, comecei a massagear seu clítoris e ela começou a gemer de novo. Aquilo me deixou excitado de novo. Comecei a beijá-la de novo enquanto ela contorcia o corpo ainda em cima de mim. A virei, ficando por cima dela, e penetrei de novo. Dessa vez o mais rápido do que pude. Tanta força que seus peitos pulavam e ela arranhava minhas costas. Chegamos ao segundo orgasmo e nos deitamos um do lado do outro.
- Pode ir embora agora. - eu disse ainda ofegante.
- Ta me expulsando?
- Já te dei sexo selvagem, ainda quer mais?
- Ui, já estou indo. - ela deitou em cima de mim e introduziu meu pênis de novo dentro de sua vagina. 
Ela ficou pulando em cima dele e rebolou, logo depois. Dei leves apertões eu seus seios e chegamos, novamente, a um terceiro orgasmo.
- Insatisfeita, ainda? - perguntei com uma voz sedutora.
- Não, já estou satisfeita.
- Ok, fecha a porta quando sair. 
 Ela foi embora e eu estava suado, primeira vez em toda a minha vida que uma transa com três orgasmos acontece. Eu estava suado, tomei um banho e dormi.

[...] Continua
 Acreditem, odeio escrever cenas quentes assim, masssssss....
Enfim, ficou uma merda eu sei
É só isso, tchau kkkkk

Die In Your Arms - Capítulo 26

 Subimos, fizemos nossa higiene pessoal e nos deitamos. 
[...] 
 No dia seguinte, acordei bem cedo e fui para a faculdade sem tomar café mesmo. Cheguei na faculdade e me sentei em uma carteira perto do professor e fiquei ouvindo música até o professor entrar. Senti alguém se sentar ao meu lado. 
- Bom dia.
- Bom dia. - eu disse me levantando para olhar. Era um rapaz bonito, mas nada comparado a Justin. 
- Tudo bem?
- Tudo, e com você? - eu respondi. Ele se sentou na carteira ao meu lado.
- Tudo ótimo, posso me sentar aqui né? 
- Claro.
- Obrigada. Então, estudou para o teste de  hoje?
- Sim, e muito. E você? - perguntei fingindo não estar muito interessada naquele assunto.
- Estudei sim, quero me sair muito bem.
 Sorri ao perceber que o assunto tinha acabado, um pouco tímida.
- Ah, esqueci de me apresentar. Me chamo Ryan.
- Prazer Ryan, meu nome é Nicole. - disse num aperto de mãos.
- Bonito o nome.
- Obrigada -sorri-
 Estávamos entretidos em nossa conversa até que o professor chegou dando as ordens para que todos se sentassem e se preparassem para o teste. E foi o que eu fiz. [...] Três horas depois, fim do teste. Estava fácil porque eu tinha estudado muito. Fomos para o intervalo e me sentei em uma mesa da cantina. Não demorou muito e Ryan se sentou do meu lado.
- E ai Nicole, foi bem no teste?
- Fui sim, e você?
- Ah, não foi tão difícil como pensei. - ele sorriu. Logo me lembrei de Justin, seus sorrisos se pareciam. Olhei para as mãos envergonhada.
- Faltam quantos períodos para a gente ir embora mesmo? - perguntei matando o silêncio.
- Só dois.
- Ah, verdade. 
 O sinal tocou e voltamos para a sala. Dois períodos passaram rápido e peguei meu carro e fui direto pra casa. Cheguei lá e ouvi a Jazzy brigando com o Justin.
- Bieber! Como você pode fazer isso com ela?
- Jazzy, para! 
- Ela te ama, Bieber. Porque você beijou aquela feiosa?
- Eu não beijei ela, ela que me agarrou. 
- To decepcionada com você Bieber. -balançando a cabeça desapontada-
- Jazzy, ela é gostosa. Como queria que eu resistisse? - seria hilário, se não fosse trágico. Se entendi bem, Justin tinha beijado a Alice. E era estranho ver uma criancinha ter mais consciência do que um adulto como ele. Eu estava na porta, mas eles ainda não tinham me visto e continuavam discutindo. Bati a porta e os dois me olharam na  hora.
- Estou muito decepcionada com você, Bieber. - eu disse com uma voz séria. 
 Subi as escadas e ouvi ele vir atrás enquanto resmungava explicações das quais eu nem me importava em saber. Me sentei na cama esperando ele entrar no quarto. Eu estava inexpressiva, uma pessoa normal desabaria, começaria a chorar como se não houvesse amanhã. Eu por exemplo, faria isso. Mas não sei porque, não tive vontade.  
- Deixa eu explicar.
- Não quero explicações.
- Não quer?
- Não. Só quero uma coisa.
- O que?
- Volta pra sua casa, por favor.
- Não, Nicole! Não faz isso, vai destruir tudo isso que a gente construiu?
- Você não pensou nisso quando beijou a Alice, né Justin?
- Eu não beijei ela...
- ..foi ela quem me beijou. - eu disse antes que ele terminasse a frase. - É, EU SEI. TÍPICA DESCULPA!! 
- Não estou mentindo!
- Justin, para mim já basta.
- Ta bom, mas me diz: quem é que vai pagar sua faculdade?
- Eu posso muito bem arrumar um emprego e pagar a minha própria faculdade. - eu já estava gritando, e ele também.
- Tá legal. QUE SE FODA ENTÃO!
- SOME DAQUI!! - eu gritei e comecei a chorar. É, taí as lágrimas que eu pensei que não iriam cair de meus olhos.
 Ele juntou algumas roupas e foi embora.
- Volto pra pegar o resto amanha. - ele disse, logo depois entrou no carro com a Jazzy e foi embora.
 Me sentei na cama e chorei. Fiquei ali até de noite, estudei  um pouco e fui dormir. No dia seguinte ia procurar um emprego para pagar a faculdade a partir do próximo mês. Dormi chorando. [...]
 Acordei cedo, tomei café, me arrumei e fui pra faculdade. Me sentei na mesma carteira de sempre e Ryan se sentou ao meu lado.
- Ta tudo bem?
- Aham. - eu disse fria.
- Não parece, seus olhos estão inchados. Parece que choraram a noite toda. - ele disse segurando meu queixo.
Não respondi nada, porque sabia que se começasse a falar iria chorar mais.
- É um homem?
- O que?
- O motivo dessas lágrimas é um homem?
- Na verdade, é um idiota.
- O que ele fez?
- Não importa. 
- Só quero te ajudar.
- Ele me traiu.
- Nossa. Sinto muito.
- Obrigada. -sorri torto-
- Vai ficar tudo bem, ta? - ele me abraçou.
- Obrigada de novo. 
  
[...] Continua
HEEEEEY I JUST MET YOU, AND THIS IS CRAZY BUT parei rsrsrsrsrsrsrsr
então galera rsrsrs demorei né?
é, eu sei, demorei porque vcs não comentaram sabe ^^ ai fica difícil e desanimador
MAS BLZ, SOU LEGAL ENTÃO POSTEI ASJASHJAHSDJAS
vcs devem me achar uma chata, mas eu sou mesmo aksjdajshd
bom, como eu já disse eu mudei meu twitter > @owbi3ber e pá  askjdjas 
enfim, eu tenho um tumblr de icons agora *oooo* >> ch3rry-icons.tumblr.com << não reparem porque eu ainda não aprendi a editar muito bem, mas um dia eu aprendo aksdjas
Hoje eu recebi umas perguntas toscas no ask e eu acho que é uma "amiga" minha, mas as perguntas foram tão ridículas que nem respondi asdhasjkdh enfim, n sei pq to falando isso.
e um menino que fez uma puta sacanagem comigo hoje virou pra mim e falou "vc ta com raiva de mim né?" NÃO AMIGO, É QUE EU GOSTO DE TE OLHAR COM CARA FEIA RSRSRSS
vontade de matar eu nem tive né? ajsdhnajksd 
mas enfim desculpem ter falado tanto hoje aksdajsh n sei o que deu em mim kjhasdjkahs
enfim, continuo com 10 COMENTÁRIOS ^^ PFVR EM GALERA KDJASJHD N VAO ME DECEPCIONAR ^^
BEIJOSSS

Die n Your Arms - Capítulo 25

Alguns meses se passaram e ela já estava na faculdade. A gente decidiu morar juntos na casa dela e eu estava amando a ideia. Enquanto ela estudava de manhã e de tarde, eu dava o meu máximo para arrumar a casa do melhor jeito possível. Eu fazia o café da manhã pra nós dois e o almoço para mim, já ela fazia a janta e com certeza era a refeição que eu mais gostava de comer. Ela cozinha muito bem, só não era melhor que a minha mãe, mas estava quase lá. 
 [...] Era uma sexta feira a noite e eu estava vendo um jogo de basquete na TV quando a Nicole chegou, ela parecia exausta. E naquele momento tive certeza de que o  nosso combinado de ir jantar fora tinha ido por água abaixo.
- Boa noite meu anjo. - eu disse a olhando atravessar a sala e ir em direção a cozinha.
- Boa noite amor. - eu podia ouvir o cansaço em sua voz.
- Ta tudo bem? - me levantei e fui em direção a ela.
- Ta sim. - ela segurava uma garrafa de água e seus olhos tinham olheiras.
- O que aconteceu Nicole?
- Nada, é que na noite passada eu não dormi.
- Porque?
- Tava estudando, tive um teste hoje.
- Se tivesse me dito, teria ficado acordado com você.
- Bobagem, amor. Eu vou dormir um pouco, me desculpa pelo jantar. Podemos ir amanhã? - ela disse meio triste.
- Imagina amor, não se preocupa com isso. Podemos sim.
- Eu te amo. - ela me deu um beijo e subiu. 
Me sentei de novo no sofá e continuei assistindo ao jogo.
Justin Off
Eu estava exausta, meus olhos deviam estar horríveis porque nem tempo de passar aquela maquiagem básica eu não tive. Subi e tomei um banho quente e me deitei. Estava me sentindo mal por ter estragado o nosso combinado de irmos jantar juntos. Mas meus olhos implorava para ficarem fechados. Justin mal sabia que eu tinha ficado a noite inteira estudando, o teste que eu tive hoje tinha mais ou menos umas 150 questões. Ficamos o período todo fazendo. Mas acho que valeu a pena, eu não fui tão mal assim. [..] Peguei num sono tão pesado que só acordei no dia seguinte, e por milagre, Justin já estava acordado. Fiz minha higiene pessoal e desci. 
- Bom dia amor. - eu disse um pouco surpresa ao ver ele fazendo o café em pleno sábado.
- Bom dia princesa.
- Caiu da cama?
- Não, só decidi fazer o café. Pensei que você fosse acordar mais tarde hoje. - ele deu um beijo em minha testa e me sentei na mesa.
- Ah, então ta bom.
- Quer fazer alguma coisa hoje?
- Tipo o que?
- Praia? Parque? Restaurante? Sei lé, você que sabe.
- Ah, a gente vai jantar fora hoje. Esqueceu que eu te "dei o bolo" ontem? - fiz sinal de aspas com os dedos
- Ah, verdade. Vou te levar em um restaurante.
- Oba
- Toma aqui suas panquecas.
- Quem diria, você que alguns meses atrás não sabia fazer panquecas... - dei uma mordida em um pedaço. - ...hoje está fazendo melhor que eu. 
- É.. quem diria.
- Ta odiando ficar aqui em casa sozinho todas as manhãs e tardes né? 
- Você está feliz?
- Eu sim, mas você...
- Então eu também estou feliz.
 Sorri e o dei um selinho.
- Eu te amo.
- Eu amo mais. 
[...]
Tomei banho e me arrumei para irmos no restaurante. Sábado era o único dia livre que tínhamos na semana para fazer o que a gente quisesse. Domingo eu ficava o dia inteiro estudando porque segunda o professor passava uns mini testes com umas 50 questões, cada semana com uma matéria diferente.
Desci e Justin estava assim e eu assim.  
- Uau, você está linda. 
- Digo o mesmo -sorri-
- Vamos? - ele disse abrindo a porta para que eu passasse.
 Como se não bastasse ele abriu a porta do carro para mim, como um cavalheiro. Chegamos em um restaurante muito chique. Na nossa mesa haviam duas taças de vinho, algumas velas e pratos. Nos sentamos e ficamos nos encarando por alguns segundos.
- Sabia que senti sua falta? - ele disse pegando em minha mão.
- Eu também senti a sua. A gente ta muito distante esses dias, né.
- É, mas vamos mudar isso.
- Vamos sim. 
- Então, vai querer comer o que? - ele me perguntou olhando para o cardápio.
Eu não conhecia nada dessas comidas chiques então apontei para um nome estranho.
- Quero isso.
- Ta bom. 
 Ele chamou o garçom e pediu a comida para mim e para ele também.
- E ai princesa, ta gostando da faculdade?
- To, e muito. Daqui alguns meses poderei estar fazendo cirurgias. - eu disse entusiasmada.
- E você não tem nojo?
- Eu não, adoro essas coisas. 
[...] Conversamos por um bom tempo até que Justin pagou a conta e fomos embora. 
- Amor, vamos ver um filme? 
- Qual? - perguntei enquanto vestia meu pijamas. 
- Terror? 
- Ótimo.
- Achei esses. - ele disse me mostrando todos os meus DVDs de terror que estavam na gaveta. Sim, eu tinha uma gaveta só com DVDs, e a maioria era terror. 
- Esse. - eu disse escolhendo um que não me lembro o nome.
 Colocamos o DVD no meu quarto mesmo e nos deitamos. O filme era bem assustador, mas nada que não me fizesse dormir a noite. Eu e Justin estávamos agarradinhos, como se fosse o nosso último dia juntos. Eu realmente sentia falta dele, porque antes eu passava todos os dias com ele, e agora era só a noite ou no sábado. Estava aproveitando bastante. 
Justin On
Não tenho palavras para descrever o quanto foi bom ficar tanto tempo abraçado com ela. Estava me sentindo carente, de tanto tempo que ela passava longe. Mas ao mesmo tempo em que me sinto sozinho, me sinto bem por estar ajudando ela a realizar seu sonho. Ficamos ali até o fim do filme, e depois dormimos.
Justin Off
Era domingo, acordei e preparei o café e logo depois fui estudar para o teste semanal de segunda. Era cansativo, mas iria compensar todo esse esforço. Daqui alguns meses já serei "interna" em um hospital de emergência não muito longe. Interna quer dizer que eu iria ajudar os cirurgiões residentes a fazer cirurgias e cuidar de pacientes. E com mais alguns anos de prática serei uma residente também. O domingo foi longo, estudei o dia todo e só parei para almoçar e fazer um lanche da tarde, já Justin ficou vendo TV o dia todo. Depois ele foi para a casa da mãe dele ver os irmãos e os pais, claro. Quando Justin cegou em casa eram oito horas da noite, e eu ainda estava estudando. Preparei o jantar, comi e voltei a estudar. 
- Amor, vamos dormir? - ele disse, parecia um pouco preocupado.
- Já vou amor.
- Princesa, olha pra mim. - me direcionei a ele. - Você estudou o dia inteiro, vai se sair bem. Vamos dormir logo, não quero que você fique acordada a noite toda de novo.
- Ta bom, amor -sorri torto-.
 Subimos, fizemos nossa higiene pessoal e nos deitamos. 
[...] Continua 
Amores, e ai estão gostando? :)
Se vocês assistem Grey's Anatomy, vocês vão perceber que estou me inspirando nessa série porque a amo askdashd 
Enfim, comentem ^^ 
E desculpem pelo outro capítulo ter ficado tão pequeno ^^
Beijos <3