24º Capítulo

"Não vou desistir até que você esteja morta."
JUSTIN ON

Ela tava se recuperando. Eu sempre a levava as aulas de fisioterapia e a vi aprendendo a andar de novo. Em todo lugar que ela ia, eu estava atrás, empurrando a cadeira de rodas. Era incrível como ela conseguia sorrir estando 24h sentada. Ela superava tudo com um lindo sorriso no rosto. Estava tudo ficando melhor. O pai dela tava 'namorando' sério com a Laura e eu podia ver a felicidade que ela sentia. O cabelo dela tava crescendo e ela tava quase recuperada. Estava todos na casa dela. Eu, Ela, Laura, Fernando, Jazmyn, Jaxon, minha mãe e meu pai. Todos felizes. O celular dela apitou e ela olhou. Parecia ser uma mensagem. Ela a leu e ficou séria. Parecia assustada. Fui até ela saber o que tinha acontecido.
- Que foi amor?
- Nada amor, ta tudo bem.
- Tem certeza?
- Tenho. - ela respondeu, sorrindo.
- Ta bom, qualquer coisa me fala ta?
- Ta :) - ela sorriu. Jazzy veio correndo e falou pra ela
- Lalá, deixa eu sentar no seu colo? - ela disse com uma voz de criancinha pidona rsrs
- Pode, mas senta na outra perna porque essa ta machucada. - ela respondeu batendo na perna direita. Jazzy olhou pra mim e disse.
- Bieber - ela sempre me chamava assim rsrs - me coloca no colo da lalá?
- Ta bom, senhorita Jazmyn rsrs. - peguei ela e coloquei com cuidado na perna da Larissa. Elas ficaram brincando. Senti o Jaxon puxando minha calça e quando eu olhei, ele levantou os braços pedindo pra eu pegar ele no colo. Peguei ele e fiquei brincando. O dia estava lindo e eu tava super afim de entrar na PISCINA. E já que os machucados da larissa já tinham cicatrizado, chamei ela.
- Princesa.
- Que?
- Vamos nadar?
- Vamos. Mas eu preciso de ajuda, tenho que ir lá em cima colocar um biquíni.
- Quer que eu te ajude? rs. Ou quer que eu chame minha mãe?
- Você me ajuda, mas pode tirar o cavalinho da chuva porque não vou me trocar na sua frente rs.
- Ah! Que pena. - eu disse fazendo bico. Ela riu. Peguei ela no colo, tipo aqueles recém-casados. Empurrei a porta do quarto com o pé e coloquei ela sentada na cama.
- Amor, abre aquela gaveta ali. - ela disse apontado pro móvel.
- Essa?
- Não, aquela.
- Essa?
- Não amor, seu lerdo. A de baixo.
- Essa?
- Não, lerdo. É a penúltima ai rsrs.
- Eu apontei pra ela e você disse que não era.
- Mentira rsrs. - rimos. - Pega esse bíquini roxo aí.
- Hmm, eu amo roxo rsrs
- É? Nem vem rsrs. - ela me olhou e pensou um pouco. - Tenho que me trocar, e você não pode ver rs. Nem pense que eu vou pedir pra você virar de costas porque não vai adiantar nada.
- É, não vai mesmo.
- Então cai fora.
- Nossa princesa, que amor hein rsrs.
- Anda. Fica lá fora, quando eu acabar eu te chamo.
- Ta bom. - eu fui andando pra fora. Parei na porta e fiz bico. Ela riu e fez um gesto com as mãos pra eu sair. Fiz o que ela pediu e fiquei esperando.
- AmoOor.
- Que foi, princesa?
- Acabei.
Entrei no quarto e vi ela sentada com aquele biquíni roxo. Ela tava linda, como de costume rs. Peguei ela no colo e descemos. Coloquei ela na cadeira, que eu tinha deixado perto da escada, e fomos pra piscina. Tirei ela da cadeira de novo e coloquei ela sentada na beirada da piscina. Entrei e peguei ela no colo de novo. Fiquei andando com ela dentro da piscina o tempo todo, andando de um lado para o outro conversando.
- Princesa, eu te amo.
- Eu te amo mais, príncipe. - quando a gente ia se beijar....
- Biebeeeeeer! - Jazzy me gritou - Também quero entrar ai.
- Tá bom. - eu disse resmungando, ainda bem perto do rosto da larissa. Coloquei ela na beirada de novo e peguei a Jazzy. Brinquei bastante com ela.
- Irmão, já quero sair. - Coloquei ela pra fora e cheguei perto da larissa.
- Essa minha irmã que não deixa nem eu me divertir com minha princesa.
- Ela também é sua princesa que eu sei, ta.
- Verdade. Mas você me entendeu rsrs. Vem cá. - eu disse pegando ela no colo de novo. - Onde é que a gente tava mesmo? - eu perguntei. ela apenas sorriu. - Ah, me lembrei rs.
Cheguei perto do rosto dela e a beijei. Um beijo calmo e tranquilo. Os braços dela estavam envolta do meu pescoço e ela mexia no meu cabelo. Parei o beijo com dois selinhos e ela disse:
- Eu sempre quis beijar em baixo d'água rsrs.
- Sério?
- Sim rsrs - ela disse ficando vermelha.
- Olha que coincidência, porque vai ser hoje. - eu disse e ela sorriu com mais vergonha. Mergulhamos devagar e, a propósito, ela fica linda até embaixo d'água. Estávamos com os olhos abertos. Nos aproximamos e nos beijamos. Tenho que confessar que foi um pouco estranho. Entra muita água na boca e o fôlego acaba muito rápido. Terminamos o beijo quase morrendo afogados e voltamos pra superfície.
- rsrsrs, gostou?
- rsrs foi meio estranho, mas eu gostei rsrs - ela respondeu, rindo. Ficamos na piscina até escurecer.
- Filho, a gente ta indo embora. Você vem? - minha mãe perguntou.
- Hm, não sei. - eu disse - Você quer que eu fique, princesa? - perguntei pra larissa.
- Claro rs.
- Posso mãe?
- Pode, mas juízo que a sua namorada ta machucada ainda rsrs.
- Pode deixar, vou cuidar dela direitinho. - eu disse dando um selinho nela. Eram umas 21h quando a gente resolveu sair da piscina. Tirei ela, com cuidado e coloquei na cadeira de rodas. Peguei umas duas toalhas que tinham lá e dei uma pra ela. Nos secamos e subi com ela pro quarto. Tomei um banho e depois ajudei ela a tomar banho. Foi uma tentação, mas ela tomou banho de biquíni pra não me provocar, tentativa falha. Depois do banho, tive que sair do quarto de novo pra ela se trocar. Nos deitamos e ficamos assistindo TV. Eu tava quase dormindo quando o celular tocou. Era o da larissa.
- Não vai ver o que é amor?
- Ah, deixa pra lá.
- Ta, agora me conta o que tinha naquela mensagem que você leu hoje de dia.
- É melhor não. Não quero te deixar preocupado.
- Me diz, por favor?
- Tá bom. - eu sabia que ela não resistia o meu "por favor" rs - Era uma mensagem da Mellanie. E falando nisso, eu esqueci de te contar uma coisa.

formigas do meu bolo!!!!!! como vai vcs? espero que bem :) comentem pfvo rsrs sei que ficou ruim, mas é o melhor que eu pude imaginar kkkkk
beijos, amo vcssss


23º Capítulo

- Fique calmo, senhor. Descobrimos que tem um pedaço de ferro na cabeça dela. Em uma área que pode tirar os movimentos do corpo dela.
- Como é?
- Fique calmo. Vai dar tudo certo. - o médico dizia tentando me acalmar. Tentativa falha.
- FICAR CALMO? COMO EU POSSO FICAR CALMO? MINHA PEQUENA CORRE O RISCO DE PERDER TODOS OS MOVIMENTOS E EU TENHO QUE FICAR CALMO? - eu disse, chorando de novo. Fernando estava sentado em uma cadeira que tinha lá, e chorava também, com as mãos no rosto.
- Nós vamos salvá-la, eu prometo. - ele disse. Eu apenas me virei e fui andando para fora. Me sentei na grama que tinha na frente da entrada do hospital e comecei a me lembrar dos bons momentos. Me lembrei de quando ela me disse "Eu te amo" pela primeira vez. Eu não podia perdê-la, não queria. Se ela fosse, eu também iria. Comecei a pensar em como seria viver sem ela, mesmo sabendo que eu não seria capaz. Imaginei o que faria se tivesse que a deixar ir, é claro que iria junto. Eu a escreveria uma carta...

"Minha pequena, eu havia te prometido que ficaria para sempre com você. E estou cumprindo minha promessa. Você se foi, e eu estou indo ao seu encontro. Sei que meus amigos e minha família vão sentir a minha falta. Minhas fãs, todos que me amam. Mas eu não serei capaz de viver nesse mundo se você não estiver nele. Eu sei que não deveria tê-la deixado sozinha um minuto sequer. Me culpo por isso todos os dias. Quando te encontrar vou te abraçar forte. E, acredite, nunca mais vou te deixar ir. Não vou te perder de novo. Me perdoa por toda dor que você sentiu. Estou pronto para sentir o mesmo e te reencontrar. Eu te amo. - Justin.
... E a deixaria a meu lado, enquanto minha morte chegasse bem de leve. Mas sabia que ela não iria, não agora. Eu estava chorando com meu rosto enterrado dentre meus joelhos até que senti alguém encostar a mão em meu ombro.
- Justin... - me virei para ver quem é e me levantei num pulo.
- Como ela está? - perguntei ao doutor.
- Já está se recuperando. Tiramos os pedaços da ferragem que estava dentro dela.
- Graças a Deus! - eu disse me ajoelhando e chorando mais.
- Ela vai ter que fazer fisioterapia devido ao ferro que entrou em sua coxa.
- Mas ela vai voltar a andar né?
- Vai sim. Ela so precisa ficar um tempo no hospital, em observação.
- Tudo bem.
- Quer ir vê-la?
- Quero sim. - eu respondi rápido. Fui andando devagar até o quarto onde ela tava. Meu coração acelerava mais a cada passo. Ela dormia como um anjo. Uma expressão feliz, sem dor. Pude ver que tiveram que raspar uma parte de seu lindo cabelo. Senti uma pontada, porque sabia o quanto ela amava aqueles cabelos castanhos lisos com cachos nas pontas.
- Ola princesa. - eu disse, mesmo sabendo que ela não iria responder. - Você vai sair daí logo, eu sei disso. - minha vontade era abraçá-la. Mas não queria machucar. Fiquei um tempo, apenas a olhando e pensando como seria a sua rotina daqui em diante. Cadeira de rodas, fisioterapia. E com certeza ela não sairia de casa sem algum tipo de chapéu. O doutor pediu que eu saísse e eu saí. Minha mãe me ligou e disse que eu precisava ir para casa. E eu realmente precisava, talvez tentar dormir um pouco. Peguei o carro e fui. Tomei um banho, e me deitei. Não conseguia parar de pensar nela. Mas me senti um pouco aliviado em saber que tudo correu bem. Enfim, consegui dormir. Acordei bem cedo, me arrumei, tomei um café rápido e fui para o hospital de novo. Cheguei lá e ela estava acordada.
- Bom dia meu amor.
- Bom dia. - ela respondeu com a voz um pouco fraca. Sua bochecha esquerda estava ralada, mas ela continuava linda como sempre.
- Como você tá?
- Acho que to bem rs. - ela disse dando um sorriso de leve.
- Nem precisava ter respondido essa minha pergunta boba rs.
- Não se preocupa. - ela disse, ficando calada logo depois. Eu a observava. Ela fechou os olhos com forças e quando abriu, uma lágrima escorreu.
- O que foi, princesa?
- Dói.
- Onde?
- Minha perna. Tá doendo muito. O que aconteceu com ela?
- Um ferro perfurou ela, mas vai ficar tudo bem ta?
- Ta. - ela respondeu fechando os olhos e sorrindo de leve. Eu podia ver a o dor em seu olhar. Meu coração doía. Como eu queria tirar toda dor dela e colocar em mim, só pra não vê-la sofrer.
- Príncipe.
- Sim?
- Você ainda me ama? Mesmo estando feia assim? Olha meu rosto, ta todo machucado. E meu cabelo, ta sem uma parte. Você continua me amando, desse jeito?
- Mas que pergunta mais boba. É claro que eu te amo e sempre vou te amar. Não importa como você esteja, continuará sendo minha princesa. A mais linda de todas.
- Eu também te amo. - ela sorria, um sorriso muito fraco. Nem a dor a impedia de sorrir. Ela era a garota mais forte que eu conhecia. Sorri e me sentei em uma cadeira que tinha do lado da cama. Deitei a minha cabeça na beirada da cama e ela ficou passando a mão no meu cabelo. Cochilei. [...] Uma semana se passou e eu ia no hospital para vê-la todos os dias. E ela estava se recuperando bem.

JUSTIN OFF

[...] Nunca tinha sentido tamanha dor. Eu podia ver, embaçado, médicos em volta de mim. Percebi que estava em uma sala de cirurgia e pensei "O que ta acontecendo?". Só me lembro de ouvir um médico dizer "O bisturi, por favor" e apaguei. Só fui acordar em uma outra sala. Deitada em uma cama. Uma enfermeira entrou e perguntou se eu queria ir ao banheiro. E tenho que confessar, eu precisava esvaziar a minha bexiga rs. Ela me colocou em uma cadeira de rodas.
- Fizeram uma cirurgia em mim, né?
- Sim.
- Faz quanto tempo?
- Uma semana. - eu nem havia percebido como o tempo tinha passado tão rápido. Cheguei ao banheiro e me olhei no espelho. Haviam ralados enormes em minha bochecha e eu estava sem um pedaço do meu cabelo. Meus olhos se encheram de lágrimas. Usei o banheiro e voltei para a cama. Dormi. Acordei só no outro dia. Justin tinha vindo me visitar [...]
Mais uma semana se passou e eu recebi alta. Graças a Deus, não aguentava mais ficar naquele hospital. Mesmo com o Justin indo me visitar todos os dias de manhã e de noite, era muito ruim. Eu estava de cadeira de rodas e usava uma toca. Teria que fazer fisioterapia porque um ferro tinha perfurado minha coxa e "corroído" meu osso. Justin me levava todos os dias e ficava lá comigo. [...] Tempos se passaram e meu cabelo começou a crescer, e eu estava feliz. Eu amava meu cabelo, mesmo ele nunca estando do jeito que eu queria. Os ralados da minha bochecha já tinham cicatrizado. Só a minha perna ainda me impedia de voltar a ser normal. Mesmo sem poder andar totalmente, eu estava feliz. Justin estava comigo e isso era o que me importava. Meu pai estava namorando firme com Laura. Estava tudo bem. Até que recebi uma mensagem.
"Não vou desistir até que você esteja morta."

continua :) amores meus. sei que a fanfic não está lá essas coisas, mas vocês podiam comentar né rsrsrsrs sério, eu escrevo com a maior inspiração pensando que vocês vão ler e comentar, mas ninguém comenta :c e muito obrigada as minhas leitoras fiéis que sempre comentam <333 espero que tenham gostado :) beijinhos s2

22º Capítulo

- Nossa amor, não sabia que você era tão selvagem. - Justin disse me zoando.
- Você não sabe o quanto rsrs. - eu respondi. Me levantei e fui tomar um banho. Logo depois de mim, Justin também tomou. Nos deitamos abraçados.
- Princesa.
- Que?
- Posso te perguntar uma coisa?
- Já perguntou rsrs. To brincando amor, pode sim.
- E a Mellanie? Ela já parou de te encher?
- É mesmo, ela sumiu. Graças a Deus!
- É mesmo, assim a gente pode ser feliz sem ninguém para atrapalhar.
- É.
- Boa noite meu bem. - ele disse dando um beijo na minha testa.
- Boa noite.
Dormimos rápido. Acordei era meio dia e o Justin não estava na cama. Me sentei, quando vi um papelzinho em cima do travesseiro que ele estava usando.
"Amor, fui para casa. Me liga quando acordar."
Fiz o que ele pediu. Liguei.
- Bom dia minha princesa.
- Bom dia amor. - eu disse com voz de sono e esfregando os olhos. - Porque não me acordou?
- Você tava tão linda dormindo que eu não quis te incomodar.
- Você sabe que não ia incomodar rs. Mas porque você foi embora? Hoje é sábado.
- Eu sei, é que meus pais vão sair e eu tenho que cuidar dos meus irmãozinhos. Porque você não vem para cá?
- Tá, só vou tomar café da manhã e me arrumar, ta?
- Ta to te esperando. Beijos.
- Beijos.
- Eu te amo.
- Eu te amo mais.
Desliguei o celular e desci para tomar café. Meu pai não estava em casa, como sempre. Fiz um lanche rápido e subi. Meu celular apitou avisando que tinha chegado uma mensagem.
"Fica esperta garota! Sua vida está prestes a mudar! -C"
Fiquei um pouco assustada, mas mudei de ideia depois, afinal, poderia ser engano. Não esquentei muito. Me arrumei e peguei o meu carro. No caminho da casa do Justin, eu estava distraída. Vi uma pessoa gritar na rua e dei uma rápida olhada para ver o que era, coisa de segundos. Quando olhei para frente, havia uma pedra enorme. Muito grande mesmo. Não tive tempo de virar. Meu carro capotou e eu só pude ver tudo girando. Quando o carro parou, eu estava de cabeça para baixo e vi uma garota me olhar. Era Mellanie, ela ria maliciosamente. Só depois a mensagem fez sentido. Eu me lembrei que seu nome é Mellanie Cristina. Ela colocou o "-C" para não ficar tão na cara que era ela. Ouvi ela dizer "Eu avisei", mas parecia que ela estava longe de mim. Havia muito sangue a minha volta e eu podia ouvir o desespero das pessoas a minha volta. Ouvi uma delas ligando para a emergência e apaguei logo depois.

JUSTIN MODE ON

[...] Ela me ligou e eu pedi que ela viesse para minha casa. Mas eu sentia que algo estava acontecendo. u estava brincando com meus irmãos quando meu celular tocou, era uma mensagem.
"Sinto que você vai perder sua namorada. É melhor dar uma olhada na rua ******. -C"
Meu coração acelerou. Como assim? Fiquei curioso para saber o que era. Toquei a campainha da vizinha, uma idosa muito gentil, e pedi que ela ficasse com meus irmãos porque tinha que resolver umas coisas. Ela aceitou. Peguei meu carro e fui até a tal rua. Avistei uma pedra enorme que parecia ter sido arrastada para o meio da rua. E logo na frente, um carro todo detonado. Que era muito parecido com o da Larissa. Havia muita gente perto e todos pareciam desesperados. Parei o carro e desci. Quando cheguei perto, me enfraqueci. Ela estava de cabeça para baixo, presa apenas pelo sinto de segurança. Um corte enorme na sua cabeça fazia com que seu rosto ficasse coberto de sangue. Me ajoelhei perto do carro e chorei. Chorei como uma criança. Eu gritava por socorro e pedia que ela não fosse.
- Meu amor! Por favor, não me deixa. - era a única frase que saía de minha boca. Depois de um tempo, a emergência chegou. Eles pediram que eu me afastasse. E eu, sem escolhas, o fiz. Um tempo depois, Fernando chegou ao local. Com lágrimas nos olhos.
- O que aconteceu com minha filha? - ele disse desesperado enquanto o pessoal da emergência virava o carro.
- Ela estava dirigindo e não viu essa pedra na frente, ai ela bateu nela e capotou umas 3 vezes. - uma mulher que estava lá respondeu, já que eu não estava lá no momento e não tinha nem forças para falar. Eles a tiraram do carro depois de horas e a imobilizaram. A levaram para o hospital e eu fui atrás, no meu carro, e Fernando no dele. Ficamos horas sentados na sala de espera. Eu estava ficando nervoso enquanto perguntas como "Ela está bem?" ou "Ela vai ficar bem?" tomavam conta dos meus pensamentos. Eu não queria perdê-la, não podia perdê-la. Meu coração doía a cada segundo mais. Meu celular tocou de novo. Mais uma mensagem.
"Eu avisei. Reza pra ela não morrer hein haha. -C"
Quem era esse tal de "C"? O que ele queria de mim? O que ele queria da minha pequena? Pra que fazer isso com ela? Logo ela? Eu daria tudo para estar no lugar dela e não vê-la sofrer. Ela deve estar morrendo de dor. Eu sou um tolo, não devia ter deixado ela vir sozinha. Por que eu não fui buscá-la? Por que? Eu nunca vou me perdoar por isso. Meu coração estava quebrado. E chorava muito, até que um médico veio em minha direção.
- Como ela tá?
- Tenho uma boa e uma má notícia. - Lá vem o médico com essas parada de boa e má noticia, eu não quero más noticias, será que ele não vê isso?
- Fala. - eu disse impaciente.
- A boa notícia é que ela sofreu um traumatismo craniano, mas nada grave.
- Continua!
- Mas a má notícia é que um pedaço das ferragens perfuraram a coxa, a barriga dela e um seio. Vamos ter que fazer uma cirurgia. - meu mundo havia acabado de desmoronar bem na minha cabeça. Chorei mais. Era a única coisa que eu sabia fazer: Chorar.
- E a que horas será?
- Ela já está no bloco cirúrgico. - ele disse. Eu assenti e me sentei. Minha mãe chegou algum tempo depois com umas roupas e comida. Tomei um banho em um banheiro para funcionários e comi. A cirurgia havia começado a umas 6 horas atrás. Eu cochilei um pouco, mas não era o suficiente. Eu estava nervoso. Queria muito saber como minha princesa estava. Um médico chegou perto de mim e eu, num pulo, disse:
- Como ela tá?
- Tivemos umas complicações.
- COMO ASSIM COMPLICAÇÕES? COMO ELA TA? O QUE TA ACONTECENDO?
- Fique calmo, senhor. Descobrimos que tem um pedaço de ferro na cabeça dela. Em uma área que pode tirar os movimentos do corpo dela.
- Como é?

LEITES DO MEU TODDY (OLHA A INTIMIDADE RSRS) TUDO BEM COM VOCÊS? EAE, GOSTARAM? RSRS SEI QUE NÃO, MASSSSS. AMORES, EU TIVE PENSANDO : VCS NÃO ESTÃO COMENTANDO :(( EU FICO TRISTE QUANDO VCS NÃO COMENTAM :( DA IMPRESSÃO DE QUE NINGUÉM TA LENDO/GOSTANDO. COMENTEM VIU? :)) E VOTEM NAS ENQUETES TAMBÉM TA? RSRS OBRIGADAAA <333333

21º Capítulo

Ela chorava muito. E eu, tolo como sou, não pude dizer nada para confortá-la. Apenas a abracei.
- Obrigada por me ouvir. - ela disse ainda com os olhos molhados.
- Eu sempre vou estar aqui para te ajudar. Sempre. - ela sorriu. O sorriso mais lindo que eu conhecia. - Amor, eu tenho que ir para o estúdio.
- Ah não amor. Fica.
- Eu tenho mesmo. Porque não vem comigo? Ou quer ficar sozinha em casa?
- Eu vou. - ela subiu para se trocar e fomos. Eu já tava cansado dessa vida de famoso. Eu queria mesmo era poder ficar o dia todo com minha princesa. Abraçado com ela. Não queria ir para o estúdio, mas eu tenho fãs e as amo também. Chegamos ao estúdio e o Scooter já veio com más notícias.
- Justin, a Jessica disse que não vai mais regravar a música com você.
- Ah, qual é! E porque?
- Surgiram novas oportunidades e ela pediu desculpas.
- Tudo bem, mas como vamos gravar?
- Não sei cara.

JUSTIN MODE OFF

[...] Justin estava conversando com Scooter e eu resolvi ouvir umas músicas. Tocou o finalzinho de "wake me up when september ends" do green day e começou a tocar "overboard". Eu não resistia ouvir aquela música e não cantar. Cantei. Quando a música acabou, tirei os fones e vi Justin e Scooter me encarando.
- Que foi?

JUSTIN MODE ON

[...] Que voz perfeita! Além de linda, ainda canta bem. Olhei para Scooter e senti que tivemos a mesma ideia. Ela olhou com cara de assustada para nós.
- Que foi? - a cara que ela fez foi muito engraçada. Rimos. - É sério! Porque vocês estão me olhando assim?
- Você vai regravar Overboard comigo. - eu respondi.
- Não vou não. Eu nem sei cantar. Ta doido?
- Ah qual é, Larissa. Você canta super bem. Vem. - puxei-a pelo braço e entramos. Peguei um fone que tinha lá e dei para ela. Coloquei o meu fone e esperei que ela cantasse.

JUSTIN MODE OFF

[...] Como assim? Eu, regravando Overboard com o Justin? Ah vamos lá, eu nem sei cantar. Isso vai ser um desastre. Coloquei o fone que Justin tinha me dado e esperei que a introdução da música tocasse. Paralisei. Não consegui cantar. O Justin ficou olhando pra mim assustado.
- Eu não consigo.
- Larissa, para né. Eu sei que você consegue.
- Ta, vou tentar.
Começaram a música de novo e eu comecei a cantar, de olhos fechados. Não queria ver a ração do Scooter e do Harrell. Terminei de cantar minha parte e Justin começou a cantar a dele.
"I never understood you when you'd say
Wanted me to meet you halfway
Whoa felt like I was doing my part
You kept thinking you were coming up short
It's funny how things change cause now I see"
A voz dele soava perfeitamente bem em meus ouvidos. Meu coração acelerou e eu abri meus olhos para olhá-lo. Ele também cantava de olhos fechados. Depois de alguns segundos, ele olhou para mim e sorriu.
"It's supposed to be some give and take I know
But you're only taking and not giving anymore
So what do I do (So what do I do)
Cause I still love you (I still love you baby)
And you're the only one who can save me"
Cantamos juntos. Senti um arrepio. Acabamos a música e eu o abracei.
- Foi tão ruim quanto eu pensei que seria? - eu perguntei, com medo da resposta.
- Foi melhor do que eu pensei que seria. - ele respondeu, me beijando logo depois.
- Ei, chega de namorico em lugar de trabalho (risos)
- Ah qual é, Scooter. Estraga prazeres. - Justin disse fazendo bico e cruzando os braços. - Vamos ver como ficou, princesa. - ele disse me puxando pela mão.
Ouvimos a música e fiquei surpresa com minha própria voz.
- O que vocês fizeram com minha voz? - eu perguntei brincando.
- Não fizemos absolutamente nada. - Scooter respondeu.
- Eu disse que você canta bem, amor. - Justin disse sorrindo.
- Não exagera. - eu disse com vergonha.
- É sério, você canta bem demais. - o Harrell disse.
- Obrigada gente. - Eles terminaram de arrumar algumas coisas na música e ouvimos pela última vez. Justin pegou o celular e entrou no twitter. Sentei em seu colo e fiquei olhando o que ele estava digitando. Estava dando o aviso de que Overboard tinha sido regravada "com uma pessoa muito especial" mas que não diria quem é essa pessoa. Olhei para ele e sorri. E ele sorriu de volta.
- Você me leva em casa? - eu perguntei.
- Mas é claro. - entramos no carro e fomos para minha casa. Ele parou na porta e saiu. Deu a volta no carro e abriu a minha porta. Ele levantou a mão para que eu a segurasse e fiz. Saí do carro "como uma princesa" e sorrindo igual uma boba. Paramos na porta da minha casa, como naqueles filmes românticos em que o namorado deixa a garota na porta, eles se beijam e ele vai embora. Mas não foi bem assim. Justin me beijou, mas ele não foi embora. Entramos e subimos para o meu quarto. Justin começou a me beijar e levantar minha blusa. E eu tirei a sua camisa. Nos deitamos na cama e eu tirei sua bermuda. Ele me beijava intensamente e eu também. Senti o "bieberzão" na minha coxa e tive vontade de rir. Me contive e tirei meu short. Justin foi beijando minha barriga, chegou no meu umbigo e depois beijou as minhas coxas. Ele tirou minha calcinha com a boca e começou a passar a língua lá (vcs sabem onde kk)
e eu comecei a gritar. Senti uma sensação maravilhosa.
- Vai amor. - eu disse olhando fazendo cara de safada. Parecia que nem era eu. Mas, acredite, era eu mesma.
- Calma meu bem. - ele respondeu, mordendo os lábios e tirando a cueca. EL começou a "esfregar" o Bieberzão lá. E eu gritava mais e mais, e ele também. Depois de muito amor, caímos um para cada lado da cama.
- Ah. - dissemos, os dois, cansados. Olhamos um para o outro e rimos.
- Nossa amor, não sabia que você era tão selvagem. - Justin disse me zoando.
- Você não sabe o quanto rsrs. - eu respondi.

OLÁ GATINHASSSSSSSS
COMO VAI VCSSSSSSS
ESTOU BEM OBG KKKKKKKK
GOSTARAM?
FICOU TENSO A PARTE HOT, ACREDITE, EU NÃO ME SINTO BEM ESCREVENDO ESSAS COISAS. MASS JÁ QUE VCS QUEREM NÉ U.U KKKKK
SE UM DIA ALGUÉM DA MINHA FAMÍLIA LER ESSA FANFIC EU TO FERRADA KKKKKK
(sei que vcs amaram o gif kkk)
COMENTEM, VOTEM E SIGAM O BLOG :D
OBRIGAAADA S2S2S2 AMO TDSSSS

20º Capítulo

- (risos) Justin, como você é bobo. - eu disse me virando pra ele. Rimos e ficamos deitados de conchinha vendo TV, até que peguei no sono. Acordei bem cedo com meu celular tocando. Era um número desconhecido. Atendi.
- Larissa?
- Sim, quem fala?
- Sou uma amiga.
- Letícia?
- Não, Mellanie.
- Ah qual é Mellanie, o que você quer a essa hora?
- Só quero te dar um recado, amiga.
- O que é?
- Fica de olho no seu boyfriend, tá? Ele ta te traindo. - Fiquei em silêncio. Não porque queria, mas porque não tive forças para responder. - E é comigo.
Me preparei para responder e quando eu finalmente consegui, ela havia desligado. Meu coração acelerou e eu chorei. Chorei baixo, tentando não acordá-lo. Ele dormia como um anjo, ou talvez como pedra. Nem o meu celular tocando o acordou. Fiquei horas sentada na cama e me lembrei da frase que minha mãe me disse quando eu tinha uns 5 anos: "Não deixe que lhe roubem o que você tem de mais precioso". E eu havia deixado, eu deixei que ela roubasse o Justin de mim. Chorei mais. Justin se mexeu na cama e abriu os olhos. Ele se levantou num pulo, ficando sentado, quando me viu chorar.
- Princesa, o que foi? - Ele disse secando minhas lágrimas.
- Não é nada.
- Eu te conheço e sei que você não chora atoa, me conta o que aconteceu.
- Você devia saber. - Eu chorava tanto que as palavras saíam meio engasgadas. Ele não disse nada, apenas me abraçou.
- Não sei do que você esta falando. Me conta, por favor.
- A Mellanie acabou de me ligar..- Engasguei mais uma vez - E disse pra eu deixar de ser otária.
- Mas porque?
- Ela me disse que vocês ficaram.
- Como é? Ela te disse que eu te trai com ela?
- Sim. - eu disse me soltando dos braços dele. Fui para o banheiro esperando que ele viesse atrás de mim, e ele realmente veio.
- E você acreditou?
- Eu não sei ainda, to confusa Justin. - eu estava encostada na pia, me olhando no espelho. Olhando o inchaço dos meus olhos, eles haviam chorado por duas horas sem parar.
- Não é possível...Você vai acreditar nela? Logo nela?
- Eu já disse que to confusa - eu disse me virando para ele. Eu so conseguia chorar. Ele chegou perto de mim para me beijar e eu virei o rosto.
- Você tem que acreditar em mim.
- Eu preciso pensar.
- Ta bom. - Ele pegou as coisas e foi embora. Me sentei na cama, no lugar onde ele estava sentado e chorei. Chorei até pegar no sono e sonhar com minha mãe. Eu podia vê-la de longe e ela dizia "Filha, não deixe que as pessoas invejosas destruam sua felicidade. Você tem que acreditar nele." e depois ela havia sumido. Acordei umas 19h um pouco assustada. Eu estava sozinha em casa. Fui na cozinha preparar alguma coisa para comer, mas voltei só com algumas bolachas e um copo de leite com toddy. Fui para a sala e liguei a TV. Faria qualquer coisa para não pensar no Justin, no que tinha acontecido de manhã. Coloquei em um canal e uma reportagem falava dele. Quando eu ia mudar, algo me chamou a atenção.
"O astro adolescente, Justin Bieber, foi visto chorando na varanda de sua casa. Ele parecia desesperado e inconsolado"
Meus olhos se encheram de lágrimas. Ele chorava por minha causa? Ou havia acontecido algo com ele? Decidi que não ligaria de forma alguma. Mas não resisti, peguei o celular e liguei.
- Alô?
- Quem é? - ele perguntou, como uma voz de choro que fez uma de minhas lágrimas escorrerem por meu rosto.
- Sou eu, Justin. - eu respondi, chorando.
- Ah, oi. - pude perceber que ele tentava parar de chorar.
- Aconteceu alguma coisa?
- Se aconteceu alguma coisa? Não, é só que a menina que eu amo não acredita em mim. É só isso.
- Justin..
- Eu não acredito que uma invejosa vai acabar com tudo o que a gente viveu! - fiquei em silêncio, chorando. - Eu te prometi que eu não ia deixar ela fazer isso, mas você tem que cooperar também.
- Vem pra cá?
- To indo.

JUSTIN MODE ON

Eu chorava como um louco, pude ver um fotógrafo bater uma foto minha e logo depois um monte de pessoas gravando. Mas eu não estava nem aí, eu tinha coisas mais importantes para me preocupar. Eu estava perdendo minha pequena. Eu estava perdendo a mulher da minha vida. Meu telefone tocou, e quando eu vi aquela foto dela no visor, meu coração acelerou. A foto dela que eu mais gostava. Atendi [...] Entrei no carro em direção a casa dela. Sequei as lágrimas, mas continuei com os olhos e nariz vermelhos. Eu havia chorado o dia inteiro. Bati na porta e ela, chorando, atendeu e pediu que eu entrasse.
- Entra. - entrei e parei atrás dela. Ela fechou a porta e me abraçou, com toda a sua força.
- Amor, você precisa acreditar em mim. - Eu sussurrei em seu ouvido. Ela beijou meu pescoço e disse
- Eu acredito.
- Pensei que eu fosse te perder.
- Nunca.
- O que fez você mudar de opinião?
- Eu tive um sonho com minha mãe e ela me disse: "Filha, não deixe que as pessoas invejosas destruam sua felicidade. Você tem que acreditar nele." E eu sei que ela sabe de tudo o que está acontecendo, ela esta aqui comigo. - Ela disse, colocando a mão em seu coração. Eu sorri e a abracei.
- Princesa.
- Sim?
- O que aconteceu com sua mãe? Não precisa contar se não quiser. - eu perguntei, me arrependendo imediatamente de ter tocado nesse assunto. Seus olhos se encheram de lágrimas.
- Minha mãe era uma ótima mulher. Ela cuidou de mim quando eu morava no Brasil. Ela era a mãe que todos sonham em ter. Quando meu pai viajava para fora do país e eu sentia falta dele, ela me abraçava e dizia para eu me acalmar porque, quando eu dormisse, eu iria encontrá-lo nos meus sonhos e iria matar a minha saudade. E eu dormia tranquila, e na maioria das vezes, eu o encontrava mesmo. Mas meu pai sempre voltava, cheio de presentes e eu ficava feliz. Quando eu tinha sete anos, minha mãe teve uma parada cardíaca. Mas ela não voltou. Ela se foi e levou um pedaço do meu coração. Eu vim morar aqui com meu pai e a Letícia também veio. Quando eu ia me deitar, eu sempre olhava para uma foto dela e chorava. Meu pai ouvia e ia até meu quarto. Ele dizia o mesmo que ela disse muitas vezes: "Filha, fica calma. Quando você dormir, você vai encontrar sua mãe, nos seus sonhos." E eu a encontrava. Sempre. Mas ela nunca voltava com presentes. Eu nunca mais pude sentir o seu abraço. Dois anos depois da morte dela, eu ainda chorava todas as noites. E meu pai sempre me dizia a mesma coisa. Hoje, eu ainda sonho com ela. Mas não é sempre. Ainda sinto falta do cafuné que ela fazia em mim quando eu tinha pesadelos. Sempre vou sentir saudade dela. Eternamente. Por isso que, quando fiquei sabendo do que aconteceu com meu pai ontem, eu entrei em pânico. Eu não queria perder meu pai do mesmo jeito que perdi a minha mãe. - Ela chorava muito. E eu, tolo como sou, não pude dizer nada para confortá-la. Apenas a abracei.

GATINHASSSSSSSSSS
TUDO BEM? RSRSRS
EAE, GOSTARAM? :)))))
COMENTEM *OOOO*
BJOSSSS

19º Capítulo

- Ah, e falar em sua mãe. Você não me levou para conhecê-la, Justin.
- Nossa, é mesmo. Quer ir comigo?
- Claro. Só vou me arrumar. Termina seu café da manhã.
- Ta bom. - me arrumei e fomos. Chegamos na casa do Justin, que era tipo uma mansão. Estava morrendo de vergonha, afinal, estava conhecendo Patricia, a mãe de Justin Bieber. A cumprimentei e nos duas conversamos bastante enquanto Justin conversava com seu pai, Jeremy que era super simpático, assim como Pattie. Jazmyn e Jaxon estavam lá também, e eram muito fofos. Acho que eles até gostaram de mim. Brinquei com eles até que recebi uma ligação. Número desconhecido, atendi.
- Larissa?
- Eu mesma, quem fala?
- É Laura, corre pra casa, seu pai ta passando muito mal.
- Ta bom, to indo. - Desliguei. Estava tremendo, o que podia estar acontecendo? A Laura parecia muito nervosa.
- Justin, eu preciso ir.
- Não amor, mas já?
- Amor, meu pai ta passando mal. Eu preciso ir.
- Tudo bem amor. Vou te levar. - Me despedi de todos e fui. Estava suando frio. Medo e nervosismo tomaram conta de mim. Cheguei em casa e Laura estava chorando.
- Cadê ele? - perguntei desesperada.
- Foi para o hospital.
- O que ele tinha? - meus olhos estavam cheios de lágrimas.
- Ele teve uma parada cardíaca.
- Vamos. - eu disse pegando a mão do Justin.
- Aonde vão? - Laura perguntou.
- Para o hospital. Não vou ficar parada aqui e deixar meu pai sozinho. - Nem sequer perguntei qual hospital ele estava. Fomos para o primeiro que pensei e por sorte, ele estava lá. Entramos no hospital e perguntei se ele estava lá. Me levaram até uma sala. Ele estava deitado, imóvel. Meu coração acelerou só de pensar na possibilidade de perder o meu pai. Eu não pude entrar na sala, fiquei o olhando do lado de fora. Eu chorava muito, e Justin estava me abraçando.
- Amor, fica calma. Vai ficar tudo bem. - ele repetia essa frase varias vezes. Eu apenas chorava e me afundava em seu peito, procurando conforto. Nos sentamos em umas cadeiras desconfortáveis que tinha la perto. Ficamos horas lá. Eu só sabia chorar e cochilar abraçada com Justin. Depois de quase um dia inteiro de tanta agonia, o médico chegou com notícias. Só me restava saber se eram boas ou ruins.
- Larissa?
- Sim, eu mesma.
- Seu pai, Fernando, teve uma parada cardíaca. Mas não se preocupe, já está tudo bem e ele estará em casa em uma ou no máximo duas semanas. Você pode ir para casa e ficar tranquila. - senti um alívio inexplicável. Abracei Justin e sorri. "Me despedi" de meu pai e fomos embora. Justin me levou em casa, mas chegando lá lembrei que ia ficar sozinha.
- Amor, quer que eu fique aqui com você?- ele disse.
- E você ainda pergunta?
- (risos) Só preciso ir em casa pegar umas coisas. Vem comigo?
- Claro. - Fechei a casa de novo e fomos. Chegando na casa dele, Pattie e Jeremy vieram em minha direção e pareciam super preocupados.
- O que aconteceu com seu pai? Ele vai ficar bem? - os dois falaram juntos.
- Ele teve uma parada cardíaca, mas já esta tudo bem. Em uma ou duas semanas ele vai estar em casa.
- Ai graças a Deus. - Pattie disse aliviada.
- Seu pai é um homem forte. - Jeremy disse.
- Você o conhece? - perguntei.
- Sim, já nos vimos em estúdios.
- Ah sim.
- Mãe, vou para a casa da Larissa, tudo bem? - disse Justin, interrompendo.
- Tá, bom. Juízo filho.
- "Juízo" é meu segundo nome... - ele disse - .... e o primeiro é "sem". - ele disse, dessa vez cochichando em meu ouvido e me fazendo rir.
- Boa noite, meus amores. - Pattie disse, como sempre, carinhosa com nós dois. - Demos Boa noite e fomos. Cheguei em casa e fui para o meu quarto. Justin foi atrás e me olhou com uma cara de safado.
- Nem vem Justin. Não to no clima.
- Não tem problema, meu amor. Eu vou te esquentar rapidinho. - ele me abraçou por trás e beijou meu pescoço.
- Para amor, você sabe que eu me arrepio quando você beija meu pescoço.
- Essa é a ideia.
- Justin Bieber! Pode parar. - eu disse me virando de frente pra ele. - Se continuar nesse fogo vou te colocar pra dormir no sofá la em baixo sozinho.
- Tá bom amor. - ele fez bico e se sentou na cama.
- Só um beijinho ok?
- Ok. - ele sorriu e veio em minha direção. Nos beijamos. Ele colocou a mão nas minhas costas e foi descendo em direção a minha bunda. Quando ele estava quase chegando, eu tirei suas mãos, dei um selinho nele e sorri.
- Que menina má! - ele disse e eu apenas ri. Peguei uma roupa, uma toalha e fui tomar banho. Não tranquei a porta e quando assustei Justin estava parado na porta me olhando.
- Ei ei ei, pode ir saindo.
- Ah qual é. Até parece que eu nunca te vi sem roupa né amor.
- Eu sei amor, mas to com vergonha. Sai logo, anda.
- Não vou a lugar nenhum. - ele disse tirando a blusa e depois a bermuda.
- Nem pense que você vai entrar aqui, pode ir saindo.
- Eu não vou entrar ai, é que está calor.
- Ótimo. - Fechei os olhos pra passar shampoo e quando abri de novo, lá estava ele. Debaixo do chuveiro, bem pertinho de mim.
- Ei! Bem que eu senti alguma coisa dura na minha coxa. - eu pensei um pouco alto. Justin riu e disse:
- Desculpe o meu amigo, ele não resistiu.
- Ah ta, seu bobo. - Demos um longo beijo. Justin estava tão excitado que eu fiquei com um pouco de dó. Finalizamos o beijo com um selinho e eu disse:
- Tudo bem, eu deixo. Mas só uma vez. - eu sorri e ele começou a penetrar em mim devagar, ele aumentava a velocidade cada vez mais. Gememos muito até chegar no orgasmo. Demos mais um beijo. Eu estava indo pegar a toalha.
- Só mais um pouquinho amor, por favor. - ele disse me puxando para perto dele.
- Só um pouquinho. - ele penetrou de novo e gememos mais. - Agora chega amor.
- Você é mesmo uma menina má. - Me enrolei na toalha e ele ficou mais um tempinho la dentro.
- AmoOor - ele me chamou.
- Que?
- Preciso de uma toalha.
- Vai ficar sem ha-ha.
- E como vou dormir todo molhado?
- Dorme ai dentro.
- Ah é?
- É (risos).
- E quem vai te abraçar a noite até você dormir?
- Já vou amor.
- Eu sabia (risos). - Levei a toalha pra ele. Vesti um pijaminha qualquer, me deitei na cama e liguei a TV. Justin vestiu uma bermuda e deitou perto de mim. Ele me abraçou forte.
- Ai amor, quer me matar?
- Não, meu bem.
- Então porque ta me apertando assim?
- Porque não quero que ninguém leve você de mim.
- Isso não vai acontecer, você sabe que eu te amo.
- Prova. - Demos um longo beijo, delicado. Subi em cima dele e senti, de novo, seu amiguinho super animado.
- De novo, Justin?
- Já falei pro meu amiguinho se comportar, mas não tem jeito. Quer fazer isso por mim?
- Não mesmo, dá seu jeito. - sai de cima dele e voltei para o lugar que eu estava.
- Eita, Bieberzão, eu já te falei. Você tem que se comportar, eu sei que ela é linda e irresistível, mas assim não dá amigão. Fica quieto ai, ta bom? - ele disse como se estivesse falando com o pinto.
- (risos) Justin, como você é bobo. - eu disse me virando pra ele. Rimos e ficamos deitados de conchinha vendo TV, até que peguei no sono.


E AI GATINHASS DA MINHA VIDA!!
TUDO BEM???
DESCULPEM A DEMORA PRA POSTAR KKKK TAVA SEM CRIATIVIDADE. ENFIM, VCS VIRAM Q FOFO O JUSTIN NA ELLEN DEGENERES? AWWWN OLHEM


A CARINHA DELE ↓ AWN QUANTA FOFURA :C

ESSA FOI IDOOTA, PELO AMOR DE DEUS NÉ JUSTIN KKKKK ↓

CONTINUA :) DESCULPEM A DEMORA, MAS NINGUÉM ESTÁ LENDO MESMO NÉ KKKKKKKKKKKK COMENTEM, VOTEM NAS ESQUETES E TAL KKKK

18º Capítulo

- Oi amor. Entra. - Entramos e o levei para o meu quarto. Nos deitamos na cama e ele tirou camisa. Meu coração acelerou e senti um calor subir pelo meu corpo. Justin me beijou e me deitou na cama, depois tirou minha blusa e me puxou para cima dele. Nos beijávamos enquanto ele pegou minha mão e a colocou em sua barriga. Percebi o que ele queria que eu fizesse. Desci minha mão e desabotoei sua bermuda jeans, e bem devagar, coloquei-a dentro de sua cueca box branca. Percebi seu corpo arrepiar a cada movimento meu. Tirei a mão e ele deu um sorriso malicioso, mordendo os lábios logo depois. Justin desabotoou meu sutiã e tirou meu short. Eu estava apenas de calcinha e ele de cueca. Depois de muitas carícias lembrei que Justin estava sem camisinha.
- Amor, você não tá esquecendo de nada? - falei entre beijos.
- O que?
- Camisinha, amor.
- Ah, quase me esqueci (risos). - Ele pegou sua bermuda do chão e tirou uma camisinha de lá. Peguei o pacote de sua mão. Fiz questão de colocá-la em Justin. Mordi os lábios, tirei minha calcinha e ele tirou sua cueca. Ele deu um sorriso malicioso e começou a penetrar em mim. Senti um prazer imenso e parece que ele também. Tentamos não fazer barulho, afinal, meu pai estava em casa e não seria nada legal uma situação dessas. Depois de muito prazer, eu e Justin nos deitamos e ficamos abraçados.
- Princesa, me desculpe perguntar mas ....
- Que foi amor?
- Nada, é idiota.
- Você é idiota (risos) mas fala amor. O que é?
- É.....- Ele fica meio envergonhado. - Você gostou? - Olhei para ele rapidamente com cara de assustada.
- Tá brincando? Foi perfeito! (risos) Porque, você não gostou?
- Para né, é claro que gostei. Ou melhor, amei. - rimos e ficamos deitados. Dormimos. Acordei e Justin dormia como pedra. Me levantei, vesti a roupa e fui ver se meu pai estava em casa. Nenhum sinal. Pensei se ele tinha ido em meu quarto ver se eu estava lá, mas ontem a noite me lembrei de trancar a porta. Senti um alívio. Fui na cozinha e preparei um lanchinho para o Justin.
- Bom dia, meu amor. - eu disse carregando uma bandeja cheia de comida.
- Princesa! Pra quem é tudo isso?
- Pra você né, seu bobo.
- Ah, obrigada meu amor. - Ele disse me dando um beijo. Fiquei olhando enquanto ele comia. - Que foi princesa?
- Nada (risos). É engraçado ver você comendo (risos).
- Para amor. - Ele disse com vergonha, me puxando para perto. - Ei, tenho que ir embora. Minha mãe deve estar louca.
- Ah, e falar em sua mãe. Você não me levou para conhecê-la, Justin.
- Nossa, é mesmo. Quer ir comigo?
- Claro. Só vou me arrumar. Termina seu café da manhã.
- Ta bom. - me arrumei e fomos.

CONTINUAAAA. DESCULPEM POR TER FICADO PEQUENA. COMENTEM, VOTEM NAS ENQUETES E ETC :)

GOSTARAM DA NOVA APARÊNCIA DO BLOG? MUDEI POUCAS COISAS MAS OK KKK.

GENTE E ESSE LANCE DE SELENA GRÁVIDA, PQP ! PREFIRO NEM COMENTAR.

MASSSSS VAMOS VIAJAR UM POUCO NOS GIFS DO NOSSO MARIDO::







OK CHEGA KKK. É ISSO AMORES, MUITO OBRIGADA ♥♥♥♥♥♥ AMO TDS VCS ♥

17º Capítulo

- Tá amor, eu ja entendi a indireta, vamos. - rimos, ela se trocou e saimos. Entramos no meu carro, na porta do estúdio estava cheio de fãs. Milhares delas gritavam e a Larissa ficou paralisada do nada. Só depois eu fui perceber que ela tinha visto Mellanie. Ela se afundou no banco do carro tentando se esconder.
- Ei, o que você tá fazendo?
- A Mellanie. Ela ta aí.
- Ah (risos).
- Justin, é sério!
- Princesa, relaxa. Por quê você ta tão cismada? A gente já conversou sobre isso. Qual é. - ela me olhou com uma cara muito engraçada e ficou quieta - Confia em mim, ou não? - seu olhar era tão hipnotizante. Sorri e ela se sentou direito.
- Tudo bem. - De repente, ela ficou paralisada, de novo.
- Amor... -Eu a chamei, tentando "acordá-la".
- Que?
- Ta tudo bem?
- Tá, tá tudo bem sim. - ela me olhou e sorriu. Entramos no estúdio e Kesha estava me esperando. Nos cumprimentamos, gravamos uma música e levei Larissa em casa.
JUSTIN OFF
Chegando em casa, no hall de entrada, estava um silêncio estranho. Já era tarde e meu pai deveria estar em casa. O chamei algumas vezes e nada. Resolvi esperar, ele poderia estar no trabalho. Fui andando em direção ao meu quarto, mas quando passei na porta do quarto do meu pai, ouvi uns barulhos estranhos. Eram gemidos, senti uma sensação estranha e uma vontade repulsiva de rir. Resolvi não chamá-lo. Fui para o meu quarto ler um livro. Peguei o primeiro que vi em minha frente. Faria qualquer coisa para não prestar atenção no barulho que vinha do quarto do meu pai, que apesar de não ser muito perto, eu podia ouvir. Li algumas linhas do livro velho que havia pego, mas nada me distraía. Peguei meus fones de ouvido e ouvi várias músicas. Enfim, consegui me livrar dos gemidos e me perder em outro mundo. Não havia parado para pensar como vinha vida tinha mudado tanto. Eu não era mais uma menina qualquer. Não era mais a "ninguém" do colégio. Não era conhecida na rua como "Larissa? A filha daquele empresário, Fernando?", era sempre assim que me chamavam quando eu dizia meu nome e sobrenome. Li umas 10 ou 15 páginas do livro que eu nem sabia o nome. Ouvi várias músicas e me perdi. Sai do quarto para ir na cozinha pegar um lanche. Meu pai estava lá como uma moça muito bonita. Morena, cabelos bem pretos com leves ondas nas pontas, não muito alta, nem muito baixa. Ela usava um dos roupões de meu pai, e ele também. Sorri e os dois me olharam assustados.
- Filha, você ta aqui?
- To sim pai, cheguei a umas duas horas atrás. - eu disse deixando os dois vermelhos de vergonha.
- Ah, filha, essa é a Laura. Minha .... minha....
- Namorada? - eu disse com uma vontade louca de rir.
- É.... - ele disse muito envergonhado. Era uma sensação tão estranha, mas ao mesmo tempo engraçada.
- Prazer, Larissa, sou a Laura. - ela disse estendendo a mão.
- Prazer Laura. Então, não vou interrompê-los, só vim pegar um lanche. - Fui até a geladeira e peguei um suco e peguei um biscoito recheado no armário. Subi e voltei a ouvir música e ler. A esse momento eles devem estar pensando se eu ouvi o barulho estranho que eles faziam no quarto. Devem estar super envergonhados, mas eu não estava ligando muito. Eu estava viajando em outro mundo quando meu celular tocou, fazendo "Overboard" parar de tocar e me assustando. Olhei e vi que era Justin me ligando. Atendi.
- Oi amor.
- Oi príncipe. Tudo bem?
- Tudo.
- O que aconteceu?
- Como sabe que aconteceu algo?
- Sua voz, ta triste.
- To carente amor.
- É mesmo?
- É.
- Vem pra cá.
- Tá, mas e seu pai?
- Relaxa, ele tá com a namoradinha nova aqui (risos).
- Tá, to indo.
Desliguei o celular e continuei ouvindo "Overboard". Passaram-se poucos minutos e ouvi um carro parar na porta da minha casa. Corri até a janela do meu quarto e vi o carro do Justin. Desci e antes que ele tocasse a campainha e abri a porta.
- Oi princesa.
- Oi amor. Entra. - Entramos e o levei para o meu quarto. Nos deitamos na cama e ele tirou camisa.

CONTINUA. DESCULPEM, ESSE CAP TA HORRÍVEL :(

16º Capítulo

- Olá Larissa.
- Oi Mellanie. O que faz aqui?
- Ah, nada. Não posso visitar minha amiga do colegial? - a voz dela soava falsidade, ela nunca gostou de mim então o que estava fazendo na minha casa? Fiquei parada na porta. - Não vai me chamar para entrar?
- Claro. - minha vontade era dizer não, mas meu pai me educou muito bem. Ela entrou, parecia estar procurando algo ou alguém.
- Está procurando alguma coisa, Mellanie?
- Não não. Mas então, o que me conta de novo? - ela disse se sentando em um dos sofás. Eu estava ficando louca de raiva. Porque ela era tão falsa? Estava agindo como se fossemos melhores amigas.
- Não tenho nenhuma, e você? - fingi interesse e me sentei no outro sofá.
- Estive no Brasil esses dias, e me encontrei com aquela sua amiga, Letícia né?
- Sim. Legal.
- Mas e ai, me conte sobre você. Está namorando? - foi aí que minha ficha caiu. Ela foi a minha casa para encontrar o Justin. Antes que eu pudesse dizer não, a campainha tocou. Fui atender. Desejei que fosse qualquer pessoa, menos o Justin. Abri a porta e adivinha? Era o Justin. Fechei a porta antes que a Mellanie visse ele.
- É.. Mellanie, espera um minutinho por favor? Ja volto.
- Ok... - Sai correndo e puxando o Justin para o fundo da casa.
- O que ta acontecendo, princesa?
- Shhhhh! Fica quieto. É o seguinte, você precisa mesmo ir embora.
- Mas por que?
- Depois eu te explico. Vai, por favor.
- Ok amor. - ele me deu um beijo e saiu andando, meio assustado. Entrei e Mellanie estava assustada.
- O que aconteceu?
- Nada. Olha, eu preciso sair, outro dia você volta tá? - ela saiu e eu passei a mão no celular e liguei para Justin.
- Será que dá para me explicar o que aconteceu?
- Vem cá que eu te explico. - Desliguei e fiquei esperando.
JUSTIN ON
A Larissa tava muito estranha. Primeiro ela me manda embora, depois me liga pedindo pra eu voltar. O que será que ta acontecendo? Fui pra casa dela de novo. Ela abriu a porta e me puxou pra dentro.
- Amor, me desculpa por favor. - ela disse me abraçando. O melhor abraço que existe.
- Tá mas, o que aconteceu?
- É que tem uma menina, Mellanie, que estudou comigo no colegial. Ela me odiava e sempre ficava com os meninos que eu gostava. Ela veio aqui pensando que você estaria aqui. Eu não quero que ela te veja. É isso.
- Por que, ta com vergonha?
- NÃO! Deixa de ser bobo, Justin. Se ela te ver, vai fazer o possível e o impossível para ficar com você. Ela vai roubar a pessoa que eu mais amo na vida. - ela disse, de cabeça baixa, e saiu de perto de mim, se sentou. Fui atrás dela e me sentei do seu lado.
- Ninguém, nunca vai me "roubar" de você. Eu te entreguei meu coração, e não o quero de volta. É seu! - assim que terminei a frase percebi seus olhos cheios de lágrimas. Sequei todas antes que molhassem suas lindas bochechas
- Mesmo assim, Justin. Ela é falsa, é capaz de inventar todo tipo de mentira para nos separar. Não quero que ela te veja.
- Tudo bem, meu amor. - Beijei sua testa e a abracei, tentando confortá-la. Ela se levantou, pegou minha mão e me levou para seu quarto. Nos deitamos na cama, mas não fizemos nada demais. Apenas nos deitamos, de conchinha, e ficamos. Estava muito bom, mas meu celular tocou. Era o Scooter. Falei com ele depois desliguei.
- Princesa, tenho que ir ao estúdio.
- Ahh, porque? Fica aqui comigo amor.
- Tenho que gravar mais.
- Vai gravar com quem hoje?
- Kesha.
- Ai, eu amo a Kesha (risos).
- Tá amor, eu ja entendi a indireta, vamos. - rimos, me troquei e fomos.

CONTINUA!!! DESCULPEM SE TIVER FICADO RUIM, E QUEM NAO GOSTA DA KESHA IGNORA :) COMENTEM, SIGAM O BLOG E VOTEM NAS ENQUETES :) OBRIGADA ♥

15º Capítulo

A campainha tocou e eu e meu pai paramos de andar de uma vez e nos olhamos, ansiosos. Meu pai foi em direção a porta e abriu. Justin parecia um príncipe. Ele sorria e seus dentes brancos pareciam diamantes. Meu coração acelerou enquanto ele olhava para mim. Meu pai estendeu a mão e disse:
- Olá, Justin. Eu sou Fernando, o pai da Larissa.
- Olá, Fernando. Prazer em conhecê-lo. - Eu e Justin nos cumprimentamos apenas com beijos na bochecha, afinal, ele queria causar uma boa impressão. Justin entrou e eu o levei para a mesa do jantar. Nos sentamos e eles dois conversaram muito e eu fiquei sobrando. De repente meu pai soltou isso:
- E então Justin, espero que você cuide muito bem do meu bebê. - Ele me deixou vermelha de vergonha. Mas o pior foi o que o Justin disse:
- Não se preocupe senhor, vou cuidar muito bem dela. - Eles falavam como se eu não estivesse na mesa, mas os dois olhavam de um jeito diferente para mim. Devo ter ficado roxa, rosa, azul, amarela, verde e etc. Apenas sorri e continuei comendo. Comemos a sobremesa e o relógio marcou 22h.
- Ai meu Deus, são dez horas. Eu realmente tenho que ir. Me perdoe Justin, conversamos outro dia. Cuide da minha filha e não abusa.
- Pode deixar. - Justin respondeu rindo. Meu pai saiu correndo, entrou no carro e saiu. Eu e Justin ficamos sentados na mesa, ele olhava tão fixamente em meus olhos que eu estava mais envergonhada que o normal. Sorri e ele sorriu junto.
- Seu pai é muito legal.
- Pensou que ele seria um monstro?
- Um pouco (risos).
- Imaginei (risos). - Me levantei da cadeira, peguei sua mão e disse:
- Vem cá, amor. - Fomos para o meu quarto e nos sentamos em minha cama. Ele segurou minha mão e puxou meu rosto para perto do seu. Demos um longo beijo e ele sorriu.
- Eu tive tanto medo de fazer algo errado. - Ele disse, e sorriu mais uma vez.
- Eu sabia que você não ia fazer nada errado. - Nos beijamos de novo. Me levantei e fui no banheiro. Tirei as presilhas que machucavam minha cabeça e quando voltei Justin estava na janela, acenando. O vidro estava fechado.
- Justin, o que está fazendo?
- Acenando para minhas fãs. - Levei um susto, como assim? Tinha milhares de Beliebers envolta da minha casa?
- Justin, como elas descobriram que você está aqui?
- Eu não sei, sinto muito, mas não posso ignorá-las.
- Tá tudo bem. - Eu não fiquei brava, mas estava preocupada. Nunca teria privacidade novamente. Fiquei olhando para ele acenar e dizer "Thank You" a cada 5 segundos. Fui atrás dele e abri o vidro. Ouvi várias vozes gritarem "Justin! Justin! Justin!". Ele agradeceu pela última vez, fechou o vidro e a cortina.
- Por favor, me desculpe.
- Mas por que?
- Por tirar a sua privacidade, me perdoa por favor.
- Qual é Justin, até parece que me importo com isso. Contanto que eu tenha você, nada mais me importa. - sorri e o beijei com toda a minha paixão. Ele me deitou na cama e começou a beijar meu pescoço, me deixando arrepiada.
- Para Justin.
- Que foi, princesa?
- Estou me sentindo mal com isso.
- Isso o que?
- A gente tá se beijando enquanto tem milhares de garotas que te amam lá fora.
- Amoooooooooor. - ele resmungou.
- Não Justin, eu não consigo.
- Tá booom. - ele ficou triste, mas eu realmente não conseguia fazer isso. Troquei de roupa, na frente dele mesmo, e ele ficava com uma cara que me fazia rir.
- Justin!
- Amor, não dá pra resistir, você fica me provocando.
- Não estou te provocando (risos). - Me troquei e liguei o computador. Sentei na cadeira e Justin chegou atrás de mim e beijou meu pescoço novamente. Desta vez, eu não fiz nada. Abri meu twitter e postei "Meu Deus, quantas beliebers na porta da minha casa" e recebi milhões de mentions "Diz pro Justin que eu o amo" "Você é muito sortuda" "Como eu queria ser você" e tinha uma "Eu vou te matar, sua vadia". Justin leu todas e ficou assustado com a última.
- Uau, elas querem te matar.
- É, elas me odeiam agora. - Eu estava triste e minha voz falhou por causa das lágrimas que estava segurando para que não caíssem, mas nao pude controlar. Justin ficou em minha frente e as secou, como sempre fazia.
- Não fica assim. Me desculpe por te colocar no meio disso tudo.
- Você está pedindo desculpas por mudar minha vida? Eu nunca fui tão feliz antes. - Sorri e o beijei. Ficou tarde e meu pai estava quase chegando, Justin foi embora e as Beliebers seguiram o seu carro. Me deitei, dormi rápido. Acordei ás 10h da manhã. Tomei café, como de costume, e fui ver TV. Algum tempo depois, a campainha tocou. Atendi e quando vi quem era tive vontade de sumir. Era a Mellanie. Uma menina que estudou comigo no colegial, ela sempre me odiou. Ela sempre namorava todos os meninos de quem eu era afim.
- Olá Larissa.
- Oi Mellanie. O que faz aqui?
- Ah, nada. Não posso visitar minha amiga do colegial?

CONTINUA!!!1 ME DESCULPEM SE TIVER FICADO RUIM :( COMENTEM, VOTEM NAS ENQUETES E SIGAM O BLOG. OBRIGADA ((:

14º Capítulo

- Vou sim. Mas depois de hoje a noite, eu não precisarei das janelas. Vou entrar pela porta mesmo (risos).
- É. - ficamos calados, sorrindo um para o outro até que o celular de Justin tocou. Ele atendeu.
- Sim. Eu sei. Ta bom. Eu vou. OK. Fica tranquilo, cara. Ta bom. To indo. - ele desligou, parecia chateado.
- O que foi, príncipe?
- O Scooter. Ele disse que tenho que ir para o Studio agora. E eu não quero ir. Queria ficar aqui com você. - ele disse e fez uma carinha triste. Dei um sorriso e me levantei da cama. Me arrumei e disse:
- OK, eu já entendi a indireta, eu vou com você. - ele sorriu e pegou minha mão. Entramos no carro e, por sorte, não havia papparazzis. Chegamos ao Studio. Chegando lá, nos encontramos com a Miley Cyrus e seu namorado Liam. Fiquei super feliz, porque eu era, ou melhor, sou fã dela. A cumprimentei, tentando não surtar, e depois cumprimentei Liam.
- Prazer em conhecê-la, Larissa não é? - Miley disse me deixando pasma.
- Sim, como sabe?
- Você é famosa agora, sabia disso? Não tem como continuar no anonimato sendo namorada de Justin Bieber (risos).
- É mesmo, eu me esqueci deste pequeno detalhe. - rimos. Logo Miley e Justin entraram para aquele lugar onde eles cantavam e eu e Liam ficamos do lado de fora. Observando. Eles cantavam super bem, enquanto nós, do lado de fora, sorríamos olhando para os dois. Liam olhava para Miley, e eu olhava para Justin. Depois que eles gravaram, fomos todos juntos a uma sorveteria. Eu não podia acreditar que estava tomando sorvete com Justin, Miley e Liam. Parecia um sonho. Justin me levou para casa ás 16h. Eu e Miley ficamos nos falando por telefone durante horas, e fomos nos aproximando mais e mais. Minha vida tinha mudado muito desde o dia em que eu e Letícia fomos ao show do Justin. E falar nisso, Letícia tinha voltado para o Brasil. Foi um rompimento muito difícil. Chorei muito, mas eu estava superando. Assim como eu, ela devia estar fazendo novas amizades por lá, mas eu nao a esquecerei nunca. Eram 18h e meu pai estava em casa se arrumando para conhecer o meu namorado. Era uma situação embaraçosa, mas eu estava ansiosa. Desci e fui o ajudar a se arrumar enquanto a cozinheira que ele havia contratado essa noite, preparava a comida. Eram 18:30 quando eu tinha acabado de me arrumar. Eu estava assim. Não me maquiei. Desci e eu e meu pai ficamos esperando o Justin chegar, andando de um lado para o outro. A campainha tocou e eu e meu pai paramos de andar de uma vez e nos olhamos, ansiosos. Meu pai foi em direção a porta e abriu.

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